terça-feira, agosto 31, 2010

Dinâmica Marina Silva (Teatro Leblon) - 30/8




(...)
Tem gente que já está entregando o jogo no 1º tempo e tem gente que acha que ganhou o jogo no 1º tempo. Parece até que tem uma desistência. Mas a palavra desistência tem um sentido forte carregado, né. Desistência significa desconstrução de uma existência, desfazer uma existência. E qual é a existência que nos estamos desfazendo com essa ideia de que já está tudo resolvido no 1 turno? É a existência de um Brasil que precisa afirmar a sua democracia, não porque obedece, mas porque conhece quem está escolhendo para ser o presidente da República e não porque tá obedecendo ao pedido 'faça assim, faça assado', 'esse é o melhor, aquele é o pior para os brasileiros'. Não vamos desistir dessa existência de nos colocarmos como sujeitos da nossa História. Eu falei outro dia no debate da Folha que estavam tentando infantilizar os brasileiros. Que história é essa de mãe, de pai, de tio, de avô? (aplausos)

Isso é muito bom nas nossas relações parentais. Isso é constitutivo no lugar do sujeito como indivíduo. Mas mesmo os indivíduos, o pais e as mães, sabem que facassaram se o filho não se tornar um adulto, se não ocupar o seu lugar de sujeito, ter o seu próprio desejo, a sua própria marca e, se isso é tão ruim para o indivíduo, por que seria bom para um povo inteiro? Então não vamos assumir esse lugar de desistência da existência da nossa democracia porque ela é constitutiva da nossa maturidade. E, quando eu falo isso, eu falo feliz.


Eu até brinquei um dia desses “Bem, parece que os brasileiros estão querendo uma mulher”. Se for isso, então tá resolvido. Vamos fazer o segundo turno. No segundo turno, com o tempo igual, a gente faz um debate de igual para igual. Mas não tem aquele ditado popular “Você vai fazer isso? Pense duas vezes”.

Se a gente pensa duas vezes antes de fazer alguma coisa, por que o futuro do Brasil só precisa pensar uma vez? Por que o destino de todos os brasileiros só precisa ser pensado uma vez? Se a gente pode pensar duas vezes, conhecer duas vezes, escutar duas vezes, olhar duas vezes, então, vamos fazer isso. Pelo bem da democracia e pelo bem do eleito. Saber que quem foi eleito no segundo turno está muito mais fortalecido, muito mais legitimado, muito mais sacramentado, porque duas vezes foi escolhido. Isso é o que faz a diferença.

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Editado em 25/09/2010:

quarta-feira, agosto 18, 2010

dia inesquecível

dormi às 23h (depois de ter chegado às 22h em casa por causa da reunião-gravação da Megazine e procura por comida)
acordei às 3h da manhã e rumo ao aeroporto. túnel rebouças fechado. chegamos ao aeroporto com tempo de sobra; o voo é às 5h.
medo de cancelarem o voo. ainda mais por ser Gol e, nesses últimos dias, a fama da empresa tá péssima. tudo de certo. chegamos em s.paulo num horário relax. espera no aeroporto de congonhas, jornalzin pra matar o tempo excedente. taxi até o teatro tuca, da puc-sp. lá pras 8h30m chegamos. uhul. peguei minha credencial, tá. até parece que eu sou importante. ronda, ronda, ronda. conversa com gabriela, do evento. lanchezinho e pips lá por perto. volta e a situação fica tensa; homem com broche do ptb também quer entrar. después de luta, a segunda vitória. entrada tranquila. até que pouco antes das 10h30m, horário de início do debate. foda. foda. foda. minhas pernas tremem, cara. mudança de lugar, não quero nada atrapalhando a vista. foda. foda. foda. os recreios, ou intervalos, passam em segundos e mais um bloco rola. foda. foda. foda. as perguntas dos internautas são excepcionais, em contramão as dos jornalistas da folha não são lá grande coisas. a do rodrigo flores favorece absurdamente a petista por tentar sensibilizar e tudo. e eu crente que ele enfiaria a faca no final, né. "e se acontece algo com você, como seria um governo michel temer?". nada disso. a renata foi outra decepção. fala sério. essa pergunta sobre apoio no segundo turno é tão batida, cara. fala sério! e a do serra não deve ter sido lá grande coisa, ou algo até já falado durante o debate, porque eu sequer consigo me lembrar dela. acaba o debate. os fotógrafos pulam em cima dos candidatos e trupe. taxi again. aeroporto e voo marcado pra logo. tudo tranquilo no aeroporto de congonhas que deu tempo de fazer um lanchinho. e olha, olha, quem chegou lá na praça de alimentação, mais especificamente em frente à minha mesa, marcelo branco, que eu já tinha reconhecido lá no debate. bem, ele, maluf, marta e eduardo suplicy, guerra e mil outros que deram também entrevista pro debate - não que eu só tenha identificado o pessoal pela tv, né. fala sério. de longe. haha. e alguns jornalistas manjados que poupam nome. continuando, branco comendo ali na minha frente e notando que eu conto ao meu pai dele ali. e, claro, ainda estou com a minha credencial no pescoço. rsrsrs ele sabia de que eu tinha ido no debate e estava falando dele. fiquei com medo. porque ele encarou, mas parou e vazou. voo de volta foi tranquilo novamente. e, morta de sono, aqui estou. beijos

domingo, julho 04, 2010

s2

Quanto eu preciso pensar na pessoa para concluir que estou apaixonada?
Tão bom voltar a sentir isso.

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nada a ver com o post abaixo. sued me livre!

tinha de ser

advogado e político.

sexta-feira, julho 02, 2010

treinando

Ana Gabriela Caesar diz:
não faz muito sentido discutir com vc sobre o que vc é
hahaa
Acha que a Marina chega em outubro com meros 10%?
' Raphael Kappa diz:
melhor tb n discutir né, meio narcisista demais isso
acho... acho que com debate ela cresce
pq a dilma não sabe falar
Ana Gabriela Caesar diz:
Acha que ela vai superar os 10%, então.
' Raphael Kappa diz:
ela tá com 8 né
acho q ela supera sim
Ana Gabriela Caesar diz:
Na última pesquisa que vi era 10%
mas está oscilando por aí mesmo
Acha que ela vai chegar a decolar?
' Raphael Kappa diz:
acho que supera sim
decolar é dificil
pouco tempo na tv
Ana Gabriela Caesar diz:
internet não compensa?
ou parte?
' Raphael Kappa diz:
diz isso pro cara que tá lááááááááá no interiorzão de roraima
Ana Gabriela Caesar diz:
Achas que no Rio ela decola? Mesmo com Gabeira apoiando ela e Serra?
' Raphael Kappa diz:
sim, sim
mas po
eu pelo menos qnd penso gabeira, penso marina
n serra
Ana Gabriela Caesar diz:
Ficou triste do Little boy ficar de fora?
' Raphael Kappa diz:
cara, fiquei triste de não comemorarem o suficiente!
po, dei pulos de alegria
já tava - qse - fazendo campanho pro cabral
agora posso votar sem peso na consciência em qm eu quiser
Ana Gabriela Caesar diz:
Não acha que a chance do Sergio Cabral se reeleger aumenta sem Little boy na disputa?
' Raphael Kappa diz:
aumenta consideravelmente
mas vale td menos o little boy
Ana Gabriela Caesar diz:
E a eleição não vai ficar plebiscitária?
' Raphael Kappa diz:
agora eu posso votar no gabeira sem pensar q talvez o little bot vá
Ana Gabriela Caesar diz:
Você acha que o Little boy realmente tinha alguma chance? Ou não: ele desestabilizaria Cabral, abrindo caminho pro Gabeira?
' Raphael Kappa diz:
vc já viu algum politico perder reeleição
é mt dificil
eu acho q ele tinha chance sim
mas acho q perderia no segundo turno
Ana Gabriela Caesar diz:
Segundo turno: Garotinho vs. Cabral?
' Raphael Kappa diz:
sim
Ana Gabriela Caesar diz:
Acha que não perdem reeleição porque têm a máquina?
' Raphael Kappa diz:
depende do q vc entende de máquina né...
o cara tá lá, vc vê mt mais facilmente "realizações"
o outro ou vc tem q se lembrar ou presumir
Ana Gabriela Caesar diz:
Por mais que o governo dele seja mais conhecido pelo vice, Pezão?
' Raphael Kappa diz:
não acho que seja mais conhecido pelo vice, não pro grande público
pros politicos sim, o pezão é o cara que dá ordem... mas pro todo, é o cabral que fez a upa, eu acho
Ana Gabriela Caesar diz:
UPA e UPP vão reeleger Cabral?
' Raphael Kappa diz:
acho que sim
suposição claro
e qual sua opinião?
Ana Gabriela Caesar diz:
Já tem ideia de voto para deputado federal e estadual?
' Raphael Kappa diz:
voto no freixo pra estadual e n sei federal ainda
Ana Gabriela Caesar diz:
Crivella e Paulo Duque merecem ganhar mais oito anos no Senado?
' Raphael Kappa diz:
por mim, não!
mas o crivella parece q n vai se candidatar!
Ana Gabriela Caesar diz:
E o Dornelles, que alterou o Ficha Limpa?
' Raphael Kappa diz:
muito menos
Ana Gabriela Caesar diz:
Conhece o Marcelo Freixo?
' Raphael Kappa diz:
conheço
qr dizer, conheço de campanha né
Ana Gabriela Caesar diz:
Já percebeu que isso é uma entrevista.
' Raphael Kappa diz:
palestras, reuniões de grupos
tô reparando hehe
Ana Gabriela Caesar diz:
né?
hahahahahah
' Raphael Kappa diz:
não, eu não sou um terrorista!
Ana Gabriela Caesar diz:
terrorista?
imagina!
estou treinando para repórter
haha
' Raphael Kappa diz:
logo comigo?

acredite

se eu sou absurdamente calculista hoje, as minhas péssimas notas, o sufoco para passar de ano, a compensação e etc mais do que têm a ver com isso. Eu continuo a mesma, acredite.

quinta-feira, junho 10, 2010

seriíssimo

frio > io > + íssimo > mantém i > friíssimo.

quarta-feira, maio 12, 2010

sábado, maio 01, 2010

punkt

não desta vez.

domingo, abril 25, 2010

Por que eu faço a Megazine



Por que eu faço a Megazine

Eu represento um sexto do atual Conselho Jovem da Megazine. Qual é a trajetória que eu fiz para chegar aqui? Como eu posso ajudar aqueles que almejam a minha vaga? Adianto: não foi mamão com açúcar. Afinal, foram cerca de cem inscritos no último concurso; 163, no anterior.

Quando tudo começou? Março de 2009. Como? Meu pai me mandou um SMS contando a existência do concurso “Eu faço a Megazine”. Eu me inscrevi, claro. Não deu em nada.

A 2ª vez: final de agosto daquele mesmo ano. Gostei muito mais da pergunta. Quem eu sou na internet em vez de sobre o que eu gostaria de escrever. Tomei a iniciativa de me inscrever, meio sem esperanças. Até que, numa quarta-feira, quando eu estou olhando os acessos do meu blog, eu vejo que alguém do GLOBO fuxicou. Sou chamada para a dinâmica (assistam a O que você faria?) e obrigada a contar aos mais próximos – só seis pessoas – a novidade. Tento conversar com o Alexandre, que participou da dinâmica anterior, mas não consigo. Mesmo despreparada, dou o meu melhor. Ainda não foi naquela vez.

E quem disse que eu desisto? Lá fui eu… pela 3ª vez. Depois de ter acompanhado, com gosto, o Conselho anterior. Eu estava muito mais preparada, sem dúvida. Aliás, desde quando eu não fui escolhida, eu passei a pensar em temas para o Fazendo a Megazine em vez de para o Croquis de la Vida, o meu blog. Eram tantos assuntos e opções na minha cabeça que eu não sabia sobre o que escrever e a primeira impressão que eu deveria passar.

“(…) estou com umas ideias, mas, independente do que eu escolher, só devo me inscrever lá pros últimos dias. acho que é pra a gente entrar como os dois textos mais comentados, pois não devem querer nos ver novamente na dinâmica! bjs”, escrevi por depoimento para um amigo.

A partir daquela segunda-feira – que também é o dia da semana no qual eu escrevo aqui – em que o meu artigo foi publicado, a divulgação não parou. Não adiantava escrever no meu mural do Facebook, colocar link no meu perfil do Orkut ou tuitar para os meus seguidores. Os comentários só vinham no ping-pong. Tinham de ser em conversa no Messenger, bate-papo do Facebook, reply do Twitter, scrap do Orkut, ligações ou e-mails diretos. Prova disso é o meu perfil @Hojeehdiade, que tem mais de 600 seguidores, não render comentário.

E, para chegar nesses 152 comentários, eu precisei mais do que tempo: cara de pau. Por outro lado, eu pensava nas provas da semana seguinte, o que fez eu me refugiar por dois dias em Angra. Provas, aliás, que eu não fiz por causa da chuva. No final das contas, perdi a minha vaga para os gigantescos números 500 e 423. Parabéns, meninas!

Ao contrário de setembro, todo mundo sabia que eu tinha sido selecionada para a dinâmica. Tive um desempenho desastroso, talvez por culpa de tanta pressão. Temia ter perdido a minha vaga para a Clara, que também entrou para o Conselho. Enfim, eu consegui… num 2º turno!

Eu me senti uma política do começo ao final desse concurso. As abordagens, os diálogos e os agradecimentos eram os mesmos. A mesma ladainha de sempre. Passei a enxergar as pessoas como votos. A minha mãe, por exemplo, significou por volta de 40. Pedi comentários para estranhos, inimigos e amigos que não vejo há anos. Ganhei novos amigos e descartei outros.

Acho que depois disso tudo, o mais difícil foi divulgar um texto cheio de erros e dar a notícia, ao Lucas e ao Felipe, de que a Mega já tinha me ligado. Esse pessoal que, assim como eu, não vai desistir nunca. Gente, essa cancela levanta. A luta continua. Para quem tiver interesse, o concurso Contos do Rio, do caderno Prosa & Verso, premia com R$3 mil o vencedor.

E você? Já participou de quantos concursos? Vai se inscrever para o próximo Conselho?

*agcc92@gmail.com

sábado, abril 10, 2010

quando, quando, quando

já citei o filme Reparação neste blog. cadê a divulgação do filme? nada. quero muito assisti-lo.

quarta-feira, abril 07, 2010

Jeitinho brasileiro de ser

É. Vamos ver no que vai dar.

terça-feira, abril 06, 2010

sexta-feira, abril 02, 2010

concurso mega

eu tenho três provas semana que vem: biologia, português e química. não tenho conseguido estudar em meio a essa divulgação toda. vide segunda-feira (cheguei em casa e divulguei até o horário de dormir. ps: até o cqc, eu perdi), sendo que terça e quarta eu tinha prova de filosofia e história, respectivamente. ferrou. não sei o porquê mas a prova de história foi bem diferente do esperável. professora nova (não de idade!) é outra coisa. não sabemos o que esperar. sei lá. daí, agora eu vou me matar em biologia. a matéria é muito grande! e eu não levo jeito pra isso mesmo. o favorável é que o professor é maravilhoso... hehe vou usar esses dias em que estarei isolada para meter a cara nos livros, literalmente. lá não tem internet, não tem amigos a mil, não tem a agitação do concurso, não tem tv a cabo e etc. por outro lado, penso se isso que estou fazendo é muito arriscado. afinal, são quase três dias... se de segunda a quinta, eu cresci tanto, alguém pode crescer nesses 3 diazinhos. i dunno. sei é que segunda e terça vão me dar um trabalhão. e eu tenho prova! rsrs mas eu consigo conciliar, i do. VAMO QUE VAMO.  10:10 02 abril

sexta-feira, março 26, 2010

croquis

Atualmente:
1a. discussão do texto pronto com pessoas próximas 1b. pretenção de envio para sábado à noite/domingo. 1c. colocar plano de marketing em ação 1d. ler os demais textos e pesquisar candidatos 1e. stay tuned


Eu me encontro numa emboscada. Após meses anotando ideias para textos e pautas para a Megazine, surge a dúvida de que tema devo escolher para O post. Um dos meus objetivos é sempre escrever contextualizando com fatos recentes.

Por exemplo, o último dia de concurso é 31. Logo, cairia bem escrever algo sobre os dois feriados (sexta feira santa, 2, e páscoa, 4). Daí, eu revi um lembrete em que eu me questionava o porquê de estar escrito “Deus seja louvado” na nota de dinheiro. Semana passada, o professor de história do cursinho também comentou: “Por que quase todos os feriados são católicos se o Brasil é um país laico após a proclamação da República?”. Seria um assunto interessante a levantar. Porém, perigoso. Pelo o que sei, o Lauro é bem católico ( lembro daquela capa sobre os padres, e a Valquíria comentando a viagem dele à Roma) e a Josy, judia. Acho que conseguiria escrever um texto coerente e sensato, sem criar ressentimentos. Mas prefiro ser conservadora nesse momento. Parti para outra.

Lembrei da final do BBB e do convite que a minha amiga me fez para ir assistir ao BBB lá. Pô, geral de adolescente que eu começo se amarra em Big Brother. Daria para escrever tranquilo. Acompanho desde a primeira edição e já fui viciada, isto é, assinante do PPV. Pensei na impressão que eu daria em escrever sobre um programa fútil justo no primeiro post. Tá. Pensei na possibilidade de falar do preconceito com o programa e essa generalização toda. Um tipo: o que faz uma pessoa ser ignorante? Já que tantas pessoas têm muito preconceito. Aquele orgulho de não assistir ao programa, sabe? Continuei na posição de que não daria uma boa imagem escrever sobre BBB, mesmo sabendo da garantia de bons comentários. Alguém lembra daquele post que a Anna escreveu #foratessalia? Haja comentários! Fui rever os meus outros lembretes.

Fiquei imaginando como contextualizar. Poderia escrever sobre os alunos que saem da escola no 2 ano do ensino médio porque passaram para a faculdade. Cheguei a pegar o celular do meu amigo. Aquela tentativa de obrigar a criança a ter 6 anos para ir para o CA. E da tentativa de fazer isso com o jovem aos 18 para a faculdade. E, claro, o meu caso: passei para a faculdade e curso que quero, porém não fui. Não quis largar a escola para fazer supletivo ou entrar com ação.

Dando mais uma olhada nos meus lembretes. Pensei: posso escrever sobre o absurdo orçamento da festa de formatura. Perguntar para amigos como tá em suas escolas. Eu teria bastante conteúdo para colocar no computador. Além do mais, eu sou inadimplente. Tá um bafafá danado. E os e-mails trocados pelos pais dão para completar os meus argumentos como citações. Como contextualizar? Lendo o jornal na quinta, achei algo interessante. O evento que rolarará em Brasília para o lançamento do PAC 2 e da candidatura do José Serra. Lá tem o preço que será gasto com o aluguel do local e mais números. Questionar se vale mesmo a pena gastar essa dinheirama para curtir, no máximo, 10 horas. Se uma viagem não é mais proveitosa. Citar caso do cruzeiro (eu não aguentaria) com a garota que morreu. E aquela história toda de que tinham drogas e muita bebedeira lá.

Estava praticamente decidida, colentando mais dados, mesmo estando preocupada com o número de caracteres. Quando pensei em falar no caso Isabella, que tanto repercutiu nesta semana, por causa do julgamento. Só que não no caso em si. Mas nessa coisa da população toda se comover e se mexer isso. Esse impacto e o espaço que aquele crime ocupou nas pessoas. Bem diferente do conformismo de que estamos acostumados. Poderia questionar por que casos como esse mexem tanto conosco. Como aconteceu com o João Hélio, arrastado por quarterões enquanto estava preso no cinto de segurança. Com a Gabriela... Poderia dar uma olhada no livro que li em janeiro deste ano, os crimes que abalaram o Brasil. E, muito mais que casos, outras ações e fatos que nunca foram esquecidos pela sociedade.

Tô muito confusa. Espero que essa estratégia toda dê certo.

domingo, março 21, 2010

escape valve

como é a vida, né?
n'um dia 'cê acha um absurdo. a'os poucos, aquela ideia vai amadurecendo. quando 'cê vai ver, já se tornou real. julgamento precipitado? ou ato precipitado?

quem diria...

por isso, guardar pr'a si mesmo é mais seguro, por mais difícil que possa ser.
sei lá. onde é o limite?

domingo, março 07, 2010

notes

isso renderia:
1a. filme chamado Reparação. estreiará neste ano. basta saber o mês.

1b.
entrevista da Mônica Waldvogel com Leandro Narloch (do ótimo livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil) e Marco Antônio Villa (historiador pela UFSCar).

2a. comentar erros gramáticos de pessoas públicas e dificuldade com a escrita.

2b. citar meu caso. meu nome tá sujo na praça. erros casuais.

2c. recomendação de site FF correção

3a. o absurdo orçamento das festas de formatura.

3b. crítica à elite. quebra da lei > exemplo dos pais e consentimento

3c. necessidade de uma mudança na formação de nossas crianças

4a. o deslumbramento das mulheres

4b. vide bbb e seus vencedores. vide livro crimes que abalaram o Brasil

5a. e se vc passar? a ineficacia do ensino médio. e o abandono para ingressar na faculdade o mais breve

5b. supletivo. cel

6a. teste vocacional. exemplo: vejinha

6b. e seus derivados

7a. seção os melhores tweets. algo mais relacionado à internet.

8a. e-mail enviado pela vovó. comparação usando suas origens

8b. aquela que veio debaixo é mais admirado. e aquele de cima tem menos chances.

8c. evitar generalizações. e eu?

8d. elite tem mais responsabilidades. deveria ser exemplo.

segunda-feira! sexta, sábado e domingo> mais tempo para escrever. mais material> oglobo de domigo (+), veja, época, istoé e cia já publicadas. e terça o link pro blog fica na home d'o globo. logo mais chances do pessoal ir ao post anterior.

quinta-feira, março 04, 2010

#VidaDePobre

Acabei de enviar ao Eu-Repórter. Alguma coisa seja feita. Amém.

terça-feira, fevereiro 16, 2010

NINE- Cinema italiano




há uns dias comprei o soundtrack do filme NINE. posso dizer que valeu a pena por três músicas. Cinema Italiano, Be Italian e Quando, quando, quando.

When you hold me, don't just hold me... but hold this!
Tell me when... will you be... mine... tell me quando, quando, quando.

--
e estreiou hoje... com direito a TT

sábado, janeiro 16, 2010

Uma vida contada por FOTOS

CUIDADO: Há riscos de pandemia




Apesar de não ser lulista, eu queria ter ido na estreia do filme Lula, o filho do Brasil. Infelizmente, eu não pude. Desde meados de julho de 2009 que eu leio críticas sobre o filme. Fazia tempos que eu não via algo com tanto destaque na mídia. Eu vi a última sessão do filme hoje. Ao contrário do namorado da minha mãe e da minha avó – que se recusaram a assistir ao filme -, sou uma pessoa aberta. Mesmo não estando acostumada a assistir filmes demorados. No final, eu já estou cansada daquele assunto e com a bunda doendo. Abro pequenas exceções como Che Guevara Parte 1 (126 minutos) e Lula, o filho do Brasil (128 minutos). E, querendo ou não, o Lula foi uma pessoa marcante na história do Brasil; Che, do comunismo.

O filme de Lula é muito forçado e bem radical: só existe bem ou mal - não existe meio termo. Aristides, pai de Lula, é o demônio, covarde, bêbado enquanto a mãe, dona Lindu, é uma santa, bondosa, que vive em razão dos filhos. Do começo ao fim, Lula está sempre bem intencionado, leal e o filho predileto de sua mãe. Fico até pensado no que os outros filhos da dona Lindu acharam do filme. O que os irmãos de Lula achavam do pai? Será que ele era assim mesmo? Mesmo filho de um alcoólatra, Lula não aprendeu a ficar longe da cachaça? O filme é mesmo verídico?

Em vários momentos do filme, pode-se perceber que o filme tenta conquistar todos os tipos de eleitores. Desde a infância, quando Luiz Inácio era mais "queimadinho". Será que era o sol de Caetés, cidade natal do Presidente? No namoro com Maria de Lurdes, super romântico, atencioso e brincalhão. Sonho de toda mulher? Sexo só depois do casamento. Por causa dos religiosos? Claro que Lula também é homem, logo vai a boates, paquera e toma sua cervejinha. Antes de tomar qualquer decisão, ele faz consultas, pensa bastante, faz as melhores escolhas. Alguma relação com os empresários e com a elite? O Lula do filme é rico em bom senso. Não por acaso, é o que mais falta nos atuais discursos do Presidente. Mas é um filme para se emocionar. Principalmente, quando ele recebe a notícia de que a esposa e a filha morreram e no momento em que ele consegue conquistar a atual primeira dama, Marisa Letícia. E, no final de tudo, o que a Marisa é? Uma mulher chique - esteve sempre bem vestida nas cenas - e interesseira porque só deu bola para o Lula quando ele disse que ocupava xis cargo. Em vários momentos, eu não entendi direito o papel da mãe de Lula. E nunca entenderei - uma pena ela ter falecido. Por exemplo, as notas de Lula. A personagem de Glória Pires frisava que queria os filhos estudando. Então por que ela permitiu que o Lula parasse de estudar na 4ª série? Para o filho ter o futuro brilhante como torneiro mecânico? Veja só. Eu descobri até um erro na cena em que Luiz Inácio recebe o diploma de torneiro mecânico! Ah! Afinal, onde foi parar Miriam Cordeiro?


Algo inédito na minha sala. Com o término do filme, metade do público não levantou um dedo e continuou sentado lendo os créditos. Talvez esperando o próprio nome aparecer. Era quase meia noite e não queriam sair da sala. Devem ter voltado no dia seguinte para rever. Pessoal baba ovo!


O diretor do filme, Fábio Barreto, no momento internado, disse que fez o filme por dinheiro. Qual é o limite dessa ganância? Eu acredito nele. Pouco importa para ele (e para muitos outros) se o dinheiro foi ganho de forma desonesta, ilegal ou injusta. A gente viu quantas empresas patrocinaram Lula, o filho do Brasil. Confira aqui o porquê do patrocínio. Também preocupadas com o dinheiro que vai retornar. Cadê o pessoal para recusar o trabalho? Não quero atuar na trama, senhor. Em 2010, tem eleição e isso não é legal. Ainda tem o baixo preço dos ingressos para sindicatos. Essa epidemia atingirá facilmente toda a população do Brasil. Boa parte da população não tomou a vacina contra esse mal. Amigos, dona Dilma vem aí e não é segredo que Lula é o padrinho. Torçam para os anticorpos combaterem o antígeno. Novamente, a moral da história é: se todos pensassem mais na Nação e menos no próprio umbigo, teríamos um país melhor.


Gravado: Segunda-feira, 11 de janeiro, 00h10
Revisado e escrito: Sábado, 16 de janeiro, 00h47

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Opa!


1. Original2. Photoshopada

quinta-feira, janeiro 14, 2010

More than a dream


Arte Photoshop: agcc

quarta-feira, janeiro 06, 2010

O mistério que assombra o Croquis

O Agamenon tem 7 leitores e meio. Eu tenho um único leitor. Na verdade, era para eu não ter leitor algum. Só que, em maio, um espertalhão (ou uma espertalhona) resolveu googar o meu nome. Encontrou o Croquis de la Vida e, desde aquela época, não pára de acessar o meu blog. Isso seria muito legal. Se não fosse pelo simples detalhe de eu não saber quem é o/a meu/minha leitor/leitora. Já escrevi aqui que eu acompanho todos os passos de quem entra no Croquis. Isto é, eu faço relatórios com a ajuda de um site. Em novembro do ano passado, o/a meu/minha querido/querida leitor/leitora não apareceu. Confesso que fiquei triste. Porém foram tantos os acessos em dezembro que eu fico até preocupada. Ainda mais quando VOCÊ cisma com um dos meus textos! E aí? Esse mistério todo vai continuar em 2010?

Se decidir tirar a máscara, mande e-mail para agcc92@gmail.com

terça-feira, janeiro 05, 2010

Sou mucho pimp!

Só o meu nome no jornal para me fazer levantar às 9hrs, depois de ter ido dormir às 4h30 achando que tinham baratas na minha cama.

Argh! Irc! Urgh!



Num quarto, sem ar condicionado, o mais normal é deixar a janela aberta. Agora, quando você percebe que, junto da brisa, pode vir baratas, você logo muda de ideia e prefere o suor do verão.

A minha pacata noite, atrás da tela do laptop, foi interrompida por um inseto. Na minha singela opinião, muito mais do que um inseto. Eu estava deitada no lençol branco do meu sofá-cama, quando, de repente, eu vejo algo preto andando velozmente ao meu lado. Imediatamente, pulo da cama e dou um berro. E confirmo: é uma barata! Daquelas cascudas, com antenas de 10 centímetros - de dar medo. Minha avó logo acorda. Quer saber o que está acontecendo às 12h30am desta terça, 05. Uma palavra resume tudo: BARATA!!! Em questão de segundos, estamos armadas. Eu com o baygon. Vovó com baygon e vassoura. A maldita entrou debaixo do sofá-cama. Enquanto vovó optou pela estratégia de spraiar até a cascuda morrer, eu puxo e empurro o sofá-cama para, enfim, atacá-la. Numa hora, a safada sai. Vovó me avisa:
"Cuidado! Vem pra cá!"

Eu, sem óculos e meio desligada, tento seguir as orientações de minha avó. A danada fugia de mim, quando vovó assumiu, por definitivo, as rédeas da situação. Matou a danada e eu fiquei encarregada de jogá-la na privada. Para me certificar de que ela foi embora de vez, eu dei 4 descargas. Lá em casa, quem faz o papel do “homem” é minha irmã. Mamãe e eu fazemos o da “mulherzinha” com os gritinhos. Acho que fiz o papel da “mulherzinha” de novo.

Nunca que eu imaginei ver uma barata na minha cama. Realmente não dá para dormir mais naquele quarto. Não digo isso por causa do cheiro, mas, cara, uma barata na minha cama! Imagina quantas podem ter passado enquanto eu estava dormindo. Quer dizer, se eu tivesse dormindo, eu nunca saberia. E eu preferiria nunca saber disso.

Certo dia, encontrei uma barata na minha escova de dente. Mal consegui olhar. Puta que pariu! Aquela cena, apesar da barata não ser grande, me marcou. UMA—BA-RA-TA—NA—MI-NHA—ES-CO-VA—DE—DEN-TE! Imagina se eu não tivesse visto isso e tivesse escovado o meu dente com aquela escola. E quem disse que eu não vi? Eu vi naquele dia. Com certeza isso aconteceu noutros dias também! Moral da história: eu escovei os meus dentes com uma escova que tinha resíduos de bosta e tudo aquilo que fica no esgoto. Cacete! Naquele dia, eu ignorei a barata. Aquilo foi muito forte para os meus olhos, tive de me retirar. Mais tarde, sem a barata em vista, joguei a escova fora.

Sabe, deviam mudar aquele adesivo que fica no lado de fora dos ônibus. Na verdade não são só os motoristas e os cobradores que andam de ônibus gratuitamente. As baratas também andam. Creio que ela seja a primeira a chegar. Embarque na garagem e, às vezes, nem há um desembarque.

Sempre vejo baratas nos ônibus públicos do Rio. Em todas as companhias nas quais andei, já as encontrei. Sempre ela num canto e eu noutro. A única situação que fugiu dos limites aconteceu quando fiquei paranóica, achando que tinha uma nas minhas pernas, braços, cofrinho, mochila... A sensação de achar que uma barata pode estar andando no meu corpo ou nas minhas coisas é péssima. Saí e fui andando.

Depois dessa última, eu espero que elas demorem bastante tempo para aparecer. Argh, bicho nojento!