sábado, abril 09, 2011
Contraste de gerações
– Oi, Bi
– Oi, vó
(...)
– Então, Bi, eu não entendi direito. Sua mãe me disse que você vai ganhar dinheiro!
– Fui eu quem te disse isso. E sim, é um estágio no Portal PUC-Rio, eu ganho para isso.
– O que é Portal PUC-Rio?
– É um portal.
– Vai sair impresso onde? Eu posso ler? O que é um portal?
– É um site, você pode ler lá.
– Ah, é um blog.
– É um site, não é um blog.
– Igual ao da Megazine?
– Lá era um blog, agora é um site, onde eu vou estagiar, com carteira assinada.
– Ah, é um emprego? E o que você vai fazer?
– Não, é um estágio. Vou escrever, fazer matérias para lá.
– Ah, então eu vou entrar agora.
– Pera, eu ainda não comecei a estagiar. Ainda preciso conversar com o meu chefe.
– Tá, depois me avisa para eu ler.
(...)
segunda-feira, março 28, 2011
estr4r 4p4ixon4d4
é n4o lig4r 4o perceber 9ue 4 pesso4 n4o s4be diferenci4r m4l de m4u;
é pens4r n4 pesso4 todo di4, princip4lmente 4ntes de dormir;
é im4gin4r como seri4 o sexo.
terça-feira, março 01, 2011
stress
Estávamos eu, Cris e minha mãe no elevador.
- Mãe, tira uma foto minha com a Cris?
Ela pegou o celular.
- Não, é melhor tirar com o meu.
Ela tira só com o celular dela. Eu vejo a foto e adoro.
- Tá, depois me manda.
- Não sei mandar.
- Então me deixa tentar.
Eu tento e não consigo. Dou para Cris tentar. Cris diz que mandou para o meu e-mail. Eu verifico e veio sem anexo.
- Mãe, a Cris tá pedindo para tentar de novo porque não foi.
- Só entrego se ela vir pegar.
Eu digo a Cris, e ela não quer ir pegar. Bolo um plano. Pego shampoo e condicionar para o meu banheiro e pergunto:
- Ué, não tem o negócio para gillette?
- Tem, eu deixei escondido, vou pegar.
Enquanto mãe pega, eu ponho o celular no bolso. Pego o negócio para gillette e saio com o celular escondido.
- Toma, Cris. Rápido.
- Gabrieeeeeeeela.
- Tô aqui.
- Devolve o meu celular.
- Peraí.
Mãe vai ao quarto da Cris e pega o celular. Diz que está puta para caralho comigo e blablablá.
--
Apesar de achar que ela tá errada, passo por cima e vou falar com ela no mesmo dia.
Ela me dá um fora e diz que eu tenho de repensar no que eu fiz...
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Saio cedo hoje e deixo bilhete dizendo aonde vou, normalmente.
Ao voltar da faculdade, digo que cheguei ao entrar em casa. Sem resposta. OK, não deve estar em casa. Vou à varanda e lá está ela, sentada, jogando, fumando e bebendo. Me dá um fora de novo, diz que eu sou falsa e sei lá mais o quê. Vou-me embora. Deito no chão do meu quarto e começo a chorar sem entender direito por quê. Ela abre e reclama mais e mais.
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O pior de tudo isso é lembrar que a Cris e vovó viajaram HOJE e a cobrança/chateação vai cair toda sobre mim.
sábado, fevereiro 19, 2011
@
@Loirinha15 aceitou.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Oi, gata, quer tc?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Oi.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Posso te adicionar no Orkut?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Claro, procure por ♥ Adriana Garcia ♥.
- Ai, que bode!
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- O que houve?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Meu ex ta saindo com a minha melhor amiga. Eles foram a 00 ontem. :(
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- É aquele que te mandou depoimento?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- É, ainda gosto dele.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Que droga! Mas o que é 00?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- É uma boate na Gávea.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Aí perto? Onde você ta?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Isso, fica perto de casa. Só que estudo em Botafogo.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Ah, você ta na escola. O que você ta fazendo agora?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Esperando o horário do almoço acabar. Deixe-me continuar.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Certo. ;)
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Agora não consigo encará-los...
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- No que você ta pensando em fazer?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Queria fazer ciúmes nele...
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- É uma alternativa. Se precisar, pode contar comigo.
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Onde você mora?
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Quer me encontrar depois da escola para a gente combinar?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Ahm, não sei se é uma boa ideia.
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Estarei na saída da sua escola às 15 horas, ok?
@Loirinha15 para @Moreno20cm:
- Eu não te disse onde eu estudo. Como você sabe que acaba às 15h?
@Moreno20cm para @Loirinha15:
- Eu sou seu amigo no Orkut, também tenho Foursquare, seu perfil no Twitter é público e sua página no Facebook, toda aberta. Alguém não sabe?
@Loirinha15 saiu da conversa.
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Online, on time, full time
A tragédia na Região Serrana do Rio, apesar de mais de 700 mortos e 200 desaparecidos, trouxe à tona uma constatação importante: a população brasileira está disposta a ajudar. Jipeiros se uniram para levar mantimentos às vítimas. Pessoas contentes em doar uma bolsa de sangue fizeram fila. Recorde de doações e voluntários. Numa parceria exemplar de ação do Poder Público juntamente com cidadãos conscientes e comprometidos. Mas será que a população brasileira só quer se mexer quando acontece um desastre natural nessa escala? Ou faltam oportunidade e conscientização do que pode ser feito? Como ela pode contribuir para ter uma convivência melhor em sociedade?
Atrelado a essa convivência melhor estão, principalmente, o cumprimento da Constituição e a sugestão de novos projetos de leis. Atualmente um naco dos cidadãos brasileiros só se adéqua às normas quando dói no bolso, consequência de menos que 7% do PIB investido em educação. Logo, a demanda por agentes na rua e radares é maior para que haja fiscalização e, enfim, as leis, assim como todos os artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sejam cumpridas.
Contudo, o cidadão consciente é o principal interessado em ver a Constituição sendo cumprida, seguido pelo Poder Público, atraído pela arrecadação. E é ele, cidadão consciente, que deve se juntar ao Governo Federal, mas não como agente público, dedicando suas 44 horas semanais a aplicar multa, mas quando possível – parado no trânsito enquanto motoristas seguem pelo acostamento ou visitando um local que não funciona com as devidas condições.
Isso significaria que todos estariam sendo vigiados o tempo todo, por qualquer cidadão
“Eu já pago impostos à beça e ainda terei de fazer o trabalho do governo?”, reclamarão alguns. Os olhos do Governo Federal não são somente os funcionários públicos, são todos e quaisquer cidadãos. E eles ainda não entenderam isso. Quantos colaboram com o Disque Denúncia? Quantos ligam para o Corpo de Bombeiros quando veem um paraquedas caído no verde da montanha? E uma ave quase morrendo na praia? Aliás, quantos sabem o telefone dos Bombeiros? Além da deficiência no comportamento em relação às leis, o indivíduo se mostra despreparado para agir quanto aos seus deveres em situações de parceria com o Poder Público.
Atualmente o motorista se sente impotente ao ver um carro ultrapassando pelo acostamento enquanto ele permanece engarrafado. O motorista do carro que passa pelo acostamento sabe que, enquanto não vier alguém da Polícia Rodoviária Federal, não haverá multa. Hábito comum. Uma parcela das pessoas tem a ideia de que, se não tem um policial vigiando, elas podem fazer qualquer coisa.
Sem regularidade ou obrigatoriedade, deveria existir um canal, incluso nos direitos do cidadão, entre o Poder Público e o povo. Todo cidadão, por iniciativa própria, poderia se cadastrar com seu CPF num site administrado pelo governo em que ele poderia enviar fotos, vídeos com denúncias. Isso significaria que todos estariam sendo vigiados o tempo todo, por qualquer cidadão. A denúncia poderia resultar numa multa. E aquele cidadão que está sempre cumprindo a lei não seria mais injustiçado, tendo uma função mais presente naquele momento.
Em 2010, o setor de mídias sociais do jornal O Globo criou o perfil @ILEGALeDAI no Twitter, cujo objetivo é “denunciar e buscar soluções para os desrespeitos a leis e normas do Rio. Flanelinhas, poluição sonora, etc”. Trata-se da expansão do Eu-repórter, similar a VC no G1, da Globo.com, em que internautas interagem e colaboram, sem remuneração, com matérias, fotos e vídeos. Deu certo.
Numa época em que Paulo Bernardo, ministro das comunicações, planeja “inundar o país com redes de comunicações” e Dilma quer iPad por R$ 500, por que não trabalhar em grupo?
Quiçá, num futuro próximo, os celulares distribuídos pela Bolsa Celular servirão mais para registrar flagrantes do que para fofocar.
segunda-feira, janeiro 10, 2011
the notebook
Eu não tenho com quem desabafar. E é por isso que te procuro hoje. Sabe, tanto ontem quanto hoje eu não respondi ao namorado da minha mãe quando ele me cumprimentou, e a minha mãe ficou puta comigo. Só que ela não me procura para saber o porquê da atitude e sai julgando, dizendo que sou uma grossa sem motivo, faço minha avó - que nada tem a ver com a história - chorar à toa e ainda vou levar muito na cara. Foi naquele momento que eu fui explicar que estava chateada com ele pelo que ele tinha feito no dia anterior, isto é, dito que eu iria ficar de porta fechada [muitas vezes porque eles colocam a TV no alto volume, e eu procuro concentração] no meu quarto enquanto estivesse sozinha com o filho dele e o amigo do filho logo após eu ter dito que cuidaria dos meninos e tal.
Minha mãe estava desde o ano passado planejando com a minha avó a ida a um casamento. Só que, depois de idas e vindas com o namorado, acabou de ela estar junto dele no dia do casamento. O namorado da minha mãe, sabido por ela que é antissocial, não estava querendo ir, e ela animadona, como normalmente. Percebe-se então que o namorado disse aquilo porque não queria acompanhá-la no casamento em vez de simplesmente confessar que se trata de uma questão de vontade. Naquele momento -e foi visível -, eu fui ao meu quarto, e minha mãe, como sempre, cagou para o que ele fez. Já a minha mãe ficou puta comigo primeiramente por eu ter ido desmenti-la depois de ter ouvido do meu quarto ela dizer para o namorado que eu estava no shopping com o meu pai, sendo que eu não disse isso, e, em sequência, por eu ter ignorado o namorado dela na despedida dele. E assim ficou comigo hoje mais uma vez.
Eu me esforço...
Como tinha acordado tarde no domingo, sem sono suficiente para dormir, saí de casa sem ter dormido, de banho tomado, rumo à autoescola para completar as 45 horas teóricas na segunda-feira. Depois segui para a casa da minha avó, onde a encontrei doente. Sendo assim, comprei os remédios, mel e alguns limões, como vovó pediu, lichia, suco de laranja e salada de frutas lá para casa, além de pastas para fazer mais limpeza no meu armário. Na casa da minha avó, deixei-a de repouso enquanto fui fazer uma limonada para melhorar a garganta da paciente. Preocupada com as duas horas do Rio Card, que estavam quase esgotando, parti, apressada, para o ponto. Chegando lá, descubro que, naquele horário (por volta de 10h30min), aquela pista fica aberta somente no outro sentido. Sabendo que teria mesmo de pagar mais R$ 2,40, peguei um ônibus que me levou até outro ponto, onde eu peguei outro ônibus que me levou para o meu destino final. Foi um total de cinco ônibus no dia. Já quase em casa, resolvi passar na banca para comprar a Folha de S.Paulo. Morrendo de sono e achando que o sol já estava se pondo, cumprimentei o porteiro Bom tarde!. São 11 da manhã. Em casa, minha mãe acaba de se levantar.
- Comprei mais lichia, viu?
- Com o meu cartão?
- Meu dinheiro.
- Ah, que bom!
E eu vou deitar.
Acordada, mamãe me procura para assistir a um dos filmes que eu aluguei. Digo a ela que assista a A vida é bela (ela nunca iria gostar de Sindicato de ladrões ou A fita branca). Ela leva o DVD, põe e, depois de cerca de dez minutos, aparece no meu quarto dizendo que está saindo.
- Para onde você vai?Na hora imaginei ela deve ter pego agora porque sabe que eu não cederia filme para ela assistir sozinha com o Paulo e o Lucas e, assim, ela não precisa mais de autorização. No dia anterior, com Paulo e Lucas já em casa, antes de qualquer coisa acontecer, até comentei tô cheia de filmes aqui. é hoje que a gente vai assisitir?. Paulo parecia dar um aval positivo, enquanto mamãe estava no banheiro. Com os dois em campo, continuamos a conversa ih, já sei a qual a gente vai assistir. Mamãe, que até aquele momento não tinha intervindo na conversa, pergunta:
- Vou pegar o Paulo e o Lucas.
- Mas e o filme?
- Deixei no meio [no meio? a máquina marcava 7 minutos], já volto.
- Paulo, vamos ver filme hoje mesmo?Mais uma vez a minha mãe favoreceu o namorado. Logicamente eu não topei a proposta. Caí fora. Um tempo depois, mamãe vai verificar a área qual filme você vai emprestar para a gente ver?. Ui, percebe-se que fui excluída já do programa. E eu continuei deitada na minha. Hoje, apesar de ter pensado nessa estratégia dela, nada fiz, para evitar discussões.
- Eu não disse nada.
- Gabi, já que você escolheu que vamos ver filme, o Paulo escolhe o filme.
- Nem vem.
Minutos depois, vejo que recebi ligação da vovó, que ainda não estava gripada, enquanto dormia. Retorno, e ela começa a falar loucamente do casamento. Revoltada com a decisão da minha mãe de não ir ao casamento e ainda pedir para dar desculpa à noiva, minha avó mostra a sua indignação tudo por causa daquele viado, aquele gay, que atrapalha os programas dela. E diga-se de passagem, ela tem razão.
ñ
mENos twiTTer pRA saLVAr o cROQuiS
domingo, dezembro 19, 2010
roite
Redação sem título da UFF
Questiona-se muito a influência da mídia e sua (im) parcialidade na formação da opinião da população. Contudo, os meios de comunicação não veiculam somente notícias e opiniões sobre a atual conjuntura política. Na garupa da informação, será que a propaganda interfere na construção dos sonhos do povo?
Ao ler um pouco História, percebe-se que a publicidade esteve presente em momentos cruciais, como a Crise de 29 e o regime autoritário de Hitler. O primeiro por causa da política de incentivo ao consumo American Way of Life, marcada pelos outdoors, e o segundo graças à divulgação de estatísticas de obras desenvolvimentistas realizadas.
A publicidade está diretamente atrelada à imagem passada para o público. Portanto, ter a marca associada à responsabilidade ambiental, causo da Natura, torna-se essencial para ...
Nota-se que a meta da propaganda pode ser em razão de comunicar um erro, chamar atenção, informar e diversos, porém, na maioria das vezes, o objetivo final é vender o produto. Num comercial de margarina, por exemplo, tenta-se retratar uma situação cotidiana. Por fim, ... inclui novos hábitos, faz parte da rotina, isto é, tanto interfere na construção dos sonhos do povo quanto na forma de pensar.
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Objetivo: concurso “Eu faço a Megazine” 2010.1 – 29 de março de 2010
Luxo Supérfluo
É no terceiro ano do ensino médio que rola o evento mais aguardado da vida escolar de um aluno: a festa de formatura. Nada de vestibular, por favor. Não me venham com aquelas malditas siglas. Até o PT, PSDB, PMDB e suas variáveis conseguem ser mais significativos. Afinal, a eleição é em outubro e o Enem, em novembro, não é mesmo?
Se for depender dos dígitos do orçamento, a festa da Corcovado vai bombar. São 15 parcelas de R$ 120 para cerca de 60 alunos, num total que supera os R$ 100 mil. Hoje acontecerá o lançamento do PAC 2 e, dia 10, o lançamento da candidatura de José Serra à Presidência, ambos no mesmo local em Brasília. Conforme o PSDB, o aluguel é de R$ 18 mil. Três vezes o valor que pagaremos para alugar o espaço na SulAmérica, de acordo com os dados da comissão de formatura. 1.200 ministros, governadores e outros da mesma laia comparecerão ao evento de Dilma Rousseff, enquanto seremos 800 jovens de 17, 18 anos.
“Serão entre 500 ou mil jovens sacolejando ao som de ruído, bebendo muito, com ambulância(s) de plantão na porta. Não nos iludamos, essa é a realidade. Assim são todas as festas de formatura das outras escolas, que alguns dos nossos filhos já vêm frequentando”, esclareceu a mãe de um dos formandos.
Esses tipos de cerimônia duram sete horas, dez no máximo. Vale a pena gastar tanto dinheiro para curtir algumas horinhas? A comunidade do Orkut “Meu Dinheiro Sabe Falar: TCHAU” tem 1.073.499 membros. Quando perguntados sobre o que fariam caso ganhassem 20 milhões de reais, os membros não hesitaram “gastava tudo em cachaça” ou “TORRAVA TUDOOOOOOOOOOOOOOO”. Eu não consigo imaginar o que um cidadão faria com dois milhões de garrafas de 51 (a unidade custa dez reais, segundo um amigo pinguço). Não é à toa que muitos acabam reféns dos luxos supérfluos ou... endividados.
O que você vai fazer/fez depois do momento de TPV (tensão pré-vestibular)? O que você acha do destino dessa dinheirama?
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sexta-feira, outubro 29, 2010
osneT
quinta-feira, outubro 28, 2010
redação escola
American way of life
O despertar pelo consumo aconteceu na transição de século XIX para XX, quando os grande latifundiários se deram conta de que seria mais rentável liberar seus escravos. De tal forma, aqueles que eram escravos continuaram com o mesmo ofício, porém recebendo salário e tendo de consumir, ou seja, parte do dinheiro retornava ao dono da terra.
Já no século XX, houve um grande aumento no investimento em propaganda, que atraía os consumidores no momento da construção de uma identidade individual, durante o período de abertura política. No caso do Brasil, isso se intensificou ainda mais nos anos 50, com a introdução de bens duráveis, como o automóvel, principalmente durante o mandato de Juscelino Kubischek.
Apesar de as pesquisas mostrarem que as vendas de aparelhos domésticos da linha branca, por exemplo, são crescentes, graças ao crédito facilitado e ao baixo IPI, é necessário cuidado para que não aconteça uma crise de superprodução, semelhante à crise de 29. Além disso, a população mundial não pode se esquecer de que ainda existe um naco de pessoas abaixo da linha da pobreza, sem o básico ou, até mais perto, um pífio número de cidadãos com saneamento básico, direito de todos.
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Análise:
1. Além da correção da professora (muitos por falta de atenção), eu dei uma modificada na parte do JK pois havia repetição de "com". A norma culta vale 20%, sendo que 5% foram perdidos por erros básicos que seriam facilmente encontrados caso mais atenção fosse dada à redação. O resultado final, de acordo com a professor (no caso, Marize), foi 85%. Ainda tenho de averiguar no que o restante de erro, 10%, foi perdido.
2. A redação foi feita pouco antes da Semana da Batata, sendo que na quarta-feira da semana passada o tema da redação do IBMEC do pessoal de específica também foi consumismo. Mole, né? A do pessoal de humanas foi relação Lula e Ahmadinejad. Mole, né? Pena que eu não fiz nenhum dos dois vestibulares. Aliás, o tema da redação da PUC foi culto ao corpo, tema bem batido na sala, já que foi o oral da Nana, tema da redação do ano passado e de uma semana antes da tal prova da PUC. Mole, né? Ah, se a vida fosse só isso...
segunda-feira, outubro 11, 2010
vows2
Para senador 1 e 2:
Faltou candidato bom mas, ao menos, eu sabia quais eram as opções, diferentemente da decisão para deputado em que é impossível saber quem são todos os que disputam uma vaga na Alerj ou na Câmara dos Deputados. Você nunca deve deixar de dar o voto a um candidato só porque tem uma baixa porcentagem nas pesquisas, né? Mas e se o caso for dar o voto a um candidato exatamente por ele estar entre os últimos nas pesquisas? Pode-se chamar isso de fuga da responsabilidade do voto? Já que o meu candidato não foi eleito, eu não tenho nada a ver com isso. Afinal, se o Senado Federal está com problemas, o que o presidente Lula tem a ver com isso se ele nem sequer vota no Maranhão, logo não votou no José Sarney? Enfim, cada um com a sua consciência, certo? Foi mais ou menos com o que concordou a minha turma outro dia. A culpa de o Tiririca ser eleito é exclusivamente dos milhões de paulistanos que votaram nele no dia 3 de outubro. O que nem todos conseguem ver é que é necessário puxar toda uma raiz para descobrir, de fato, onde se encontra o problema. Aquelas pessoas não sabiam que estavam elegendo um palhaço? Ou sabiam e quiseram continuar com o 'protesto' mesmo sabendo que elegeriam candidatos sujos na cola do Tiririca? Enfim, não quero me prolongar - até porque isso é só mais uma nuvem de pensamentos - e tem mais a ver com a eleição deste ano do que com a decisão dos meus votos ao Senado. (Marcelo, PRB) Crivella, (Jorge, PMDB) Picciani, Lindberg (Farias, PT) e Cesar Maia (DEM) eram os melhores [mais bem] colocados nas pesquisas. Nenhum desperta uma ascensão em mim, honestamente. Acabei gostando de uns projetos do Crivella no site Vote na Web, porém o candidato é Ficha Suja, envolvido com lavagem de dinheiro e tal. Além do mais, o jeito com que ele consegue os votos dele não é nada legal, vamos combinar, diria Paulo Moreia Leite. Já o Picciani foi aquele cujo patrimônio dobrou, quadruplicou, ou sei lá o que depois de ter entrado na política. Lindberg, ou Lindinho, vem de uma péssima administração como prefeito de Nova Iguaçu e se apoia em Lula e Dilma para crescer. Enquanto Lindberg e Picciani têm o apoio do PT regional, Lindberg e Crivella têm o do PT nacional. Lindberg estava bem de apoio, hein, apesar de as pesquisas o colocarem em terceiro, quatro lugar, ou seja, sem direito a cadeira em Brasília. Cesar Maia, depois do desgoverno de seu terceiro mandato na prefeitura do Rio, também oscilava entre o terceiro e quarto lugar nas pesquisas, o único candidato da oposição com chances de ser eleito senador pelo Rio, de acordo com as pesquisas, e foi por isso que votei nele. Sabia que a oposição estaria abalada em BSB e dia 3 isso se confirmou. Assistindo a uma análise na Globo News, fiquei sabendo que, com a campanha de Lula, diversos senadores não conseguiram se reeleger, como foi o caso do cearense Tasso Jereissti, que encerra a sua vida pública, e de Arthur Virgilio (AM). Algo dentro de mim queria que CM ficasse uns bons anos de castigo, mas fiquei receiosa por não querer Casas homogêneas. Votei no Cesar Maia para senador 2. Antes dele, logicamente, tive de digitar mais três teclinhas e 'confirma'. Se já estava difícil de escolhê-lo, quem dirá o segundo senador. Fiquei com o (Marcelo) Cerqueira, do PPS, pois foram várias as pessoas que me recomendaram, li coisas legais sobre o cara, apesar de ter pouca porcentagem, e , de qualquer forma, se eleito, ajudaria a oposição. Antes de terminar, eu gostaria de expor a minha tese de que o Lindberg Farias, do PT, só foi o mais votado para o Senado porque nós tínhamos de votar em dois senadores e, logo, ele foi a segunda opção de muita gente. Isso, aliás, é um absurdo, pois são poucas opções e, se você não quer anular, acaba tendo de escolher o candidato menos ruim para dar o seu segundo voto ou mesmo os dois votos. Ridículo! Ainda tem o outro fato ridículo de que o mandato de um senador ser de oito anos, ou seja, o dobro de um mandato para vereador, deputado estadual, federal, prefeito, governador, senador, presidente. Por que tanto tempo? Por quê? Ridículo mais ainda é obrigar toda a população a votar!!! Urg.
--
Correção de "melhor" para "mais bem" feita em 29 de outubro de 2010.
Para governador:
(continua em "vows3")
sábado, outubro 09, 2010
redações de escola
Numa época em que gozamos de artimanhas cada vez mais inovadoras, nota-se que a solidão tem se alastrado na população mundial. De quem é a culpa, afinal? A tecnologia, oriunda do desenvolvimento, tem tornado as pessoas mais isoladas, antissociais?
Na geração atual, em que se pode fazer quase tudo de casa, atrás da tela do computador, os cidadãos evitam sair de casa – até mesmo por falta de tempo – e trocam o contato pessoal por virtual. Uma sexta-feira com amigos no bar, por exemplo, hoje foi substituído, por muitas pessoas, por mensagens em redes sociais, como FaceBook.
Além da tecnologia, outros meios também estão relacionados aos crescentes índices de vítimas da solidão. Acidentes fatais fazem com que crianças sejam órfãs ou mesmo adultos percam parentes próximos. Caso não haja apoio de amigos, o indivíduo terá tendência de ter problemas emocionais, entre eles a depressão, que pode ser consequência da solidão.
Nesse início do século XXI, são vários os problemas, devidos ao desenvolvimento econômico ou não, por isso continua sendo necessário um investimento maciço em saúde por parte do poder público, além de recursos para a especialização de profissionais da área. Quanto à população, pode-se conscientizá-la por meio de campanhas nos meios de comunicação.
Data de 08.24.2010
Vc tc bem?
A internet está, de fato, cada vez mais presente em nossa vida. A sua presença faz com que perguntas surjam: o jornal impresso vai acabar? A internet terá o seu próprio idioma?
Alguns afirmam que a comunicação monossilábica, como Saramago antes de falecer em entrevista ao jornal O Globo, e a vida antissocial são os próximos passos.
Por outro lado, existem os que defendem tanto o diálogo quanto o texto em poucos caracteres, como acontece no Twitter. Afinal, os cidadãos, que trabalham 44 horas semanalmente, não têm tempo excedente e precisam se informar e conversar.
Não há risco algum de a população mundial se tornar monossilábica, como temem grandes nomes da literatura. Precisa-se somente definir quando é o caso do português formal e do informal, com abreviações.
Data de 09.07.2010
Rio de Janeiro, 13/09/2010
Prezados senhores,
Eu tomei conhecimento de uma carta, publicada na coluna de Moacyr Scliar do dia 14 de agosto de 2000 no jornal Folha de S.Paulo, em que o remetente lhes pedia um par de tênis Nike falsificado que seria destruído.
Entendo a situação na qual o pobre cidadão se encontra, contudo, peço-lhes que não cedam quanto à destruição de tênis ‘piratas’ da marca de vocês. Trata-se de um incentivo ao mercado ilegal, e a Nike, uma multinacional, não pode dar um exemplo desse.
Como o caso ganhou notoriedade e espaço na mídia, pelo bem da imagem da empresa, recomendo a doação de um par original de calçados Nike ao paulistano humilde.
Cordialmente,
Agcc
Data de 09.13.2010
Retrocesso do século XXI
Apesar de países estarem cada vez mais desenvolvidos, infelizmente, a questão da luta contra o preconceito permance quase inabalada na sociedade. Afinal, qual medida deve ser tomada para a extinção - se é que é possível - do preconceito?
Atualmente há, no Brasil, um grande problema de inserçaõ social, pois o pobre não pode frequentar lugares em que o rico vai ou, quando pode, é mal recebido. Fora o fato de que o ensino superior é de difícil acesso ao estudante que não frequentou uma escola com bons professores, caso de muitas escolas públicas.
Fora do Brasil, podemos enumerar casos de preconceitos, como o religioso e o étnico. Na Alemanha, por exemplo, há um grande desprezo por imigrantes turcos. Assim, reconhecemos mis uma situação de preconceito, só que ao imigrante que não reconhecido como cidadão daquele país.
Para solucionar tais preconceitos, é necessário que haja um investimento maciço em educação paraa conscientização da atual geração, campanhas mundiais e, claro, que a cultura acumulada nas pessoas seja crescente. Caso o preconceito continue crescente, é recomendável a punição - seja por meio financeiro ou não - do preconceituoso.
Data de 09.20.2010
ps: desculpe a repetição de palavras e o péssimo texto, a redação foi feita no recreio. rs
vows
Vou seguir a ordem da urna eletrônica.
Para deputado estadual:
Desde o início, eu ia votar na Cidinha Campos, pois antes da campanha para a eleição, eu via vídeos dela falando poucas e boas na Alerj, seguia no Twitter e etc. Contudo, eu nunca gostei do fato de ela ser do PDT. Com a proximidade das eleições, descobri que ela seria puxadora de votos do partido, isto é, o estado todo ficaram infestado com a carinha dela. Urg. Além disso, quando acessei a ficha dela no site do TSE, vi uma declaração de bens um tanto estranha, pois só tinha joias e jois, já que o restante, como dizia no site, estava declarado no nome do cônjuge. Bad. Faltando duas semanas para a eleição, a minha consciência começou a pesar. Isso fez com que eu perguntasse a outras pessoas em quem elas votariam. Sempre (Marcelo, PSOL) Freixo. Tinha certeza de que ele seria facilmente eleito, e, com esse cálculo maluco, não queria trazer mais gente do partido, apesar de considerá-lo um bom voto. De última hora, consegui uma recomendação diferente: André Esteves, do PV. Poxa, eu já ia votar na Marina de coração e no Gabeira sem opção, e seria mais um voto para o PV. Fiquei de pesquisar mais sobre o candidato. Sem bem declarado no site do TSE, mas gente de confiança me disse que foi por erro do partido, propostas legais, me respondeu no Twitter, adicionei no FaceBook, fui no comitê. É foi esse aí. 43043. Infelizmente não foi eleito.
Para deputado federal:
Ia votar no (Marcelo, PSDB) Itagiba. Meu pai falou bem dele. Meus amigos da escola (!!) falavam dele. Parecia ter uma proposta coerente. Só que... com a proximidade das eleições, estressou-me muito em relação à propaganda irregular. Cara, se o candidato tem um proposta boa e tal, por que ele precisa investir tanto, mas taaanto em material de campanha? A duas semanas do dia 3 de outubro, a Veja Rio trouxe uma capa para não jogar o voto no lixo em que trazia candidatos a Alerj, Câmara dos Deputados e Senado com problemas. Entre eles, para a minha surpresa, constava o nome de Itagiba com problemas com a Receita. Ora bolas, eu, que fui às duas passeatas do Ficha Limpa, não vou votar em candidato sujo, né? A revista na semana seguinte trouxe uma carta resposta do Marcelo Itagiba que não convenceu. Meu pai e eu chegamos a discutir sobre o assunto, já que o meu pai conhece o candidato. Deu no que deu. Parecido com o caso do deputado estadual, perdi meu candidato a poucas semanas do dia 3 de outubro. E lá fui eu correr contra o tempo. Perguntei às pessoas em quem elas votariam a deputado federal. Sempre (Alessandro, PT) Molon e Chico (Alencar, PSOL). Da mesma forma que o Freixo, eu sabia que ambos seriam facilmente eleitor e morri de medo do cálculo, apesar de considerar tanto Molon quanto Chico bons votos (até porque os vi nas duas passeatas do Ficha Limpa). Não sei.... Ou talvez eu somente não estivesse pronta para votar em gente do PT e do PSOL. Dunno. Recorri ao site do Ficha Limpa em que somente dez candidatos do Rio estavam, entre eles Gabeira, Chico e Molon (aliás, adicionei os dois últimos no FB para acompanhar de perto). Resolvi pesquisar mais sobre o (Marcelo, PSDB) Caléro - juro que não foi porque ele é bonitinho. Como o comitê do Serra é pertinho, fui ver o que o pessoal sabia do candidato e pedir material para ler. Das mulheres que estavam lá, somente uma sabia quem ele era e soube me passar alguma informação, enquanto que as demais disseram que ele mal passou por lá - ao que tudo indica só deu uma palestra numa noite em que só uma delas estava lá. Fiquei sabendo da proposta principal dele que, até para a tucana, era um retrocesso: desfusão de Estado da Guanabara do Estado do Rio de Janeiro. Fala sério. Desisti do cara. Comecei a pensar em voltar para o Marcelo Itagiba, mas não consegui depois de andar de bike na orla e vê-lo em dez bicicletas, uma seguida pela outra. Decidi votar nulo, depois de tanto criticar o voto. Eu juro que tentei encontrar um candidato plausível. Lulu, que queria saber meus votos, já ia de Xaolin. Mandei mamãe e vovó irem de nulo também. Na hora, eu não hesistei, fui mesmo é de 6666.
Para senador:
(continua no post "vows 2")
domingo, outubro 03, 2010
Meu dia de "mesário"
110 votos para a Dilma
81 para a Marina
65 para o Serra
356 a votar
296 presentes
60 ausentes
101 justificativas
Dilma ganhou. Cabral ganhou. Lindberg e Crivella idem. Fiquei 11 horas para eleger esses aí? #souotária. Brincadeira, independente do resultado da minha seção, ou do geral, eu não me arrependo de ter me voluntariado. O mais importante: só faltar emoldurar o meu vale refeição de R$ 17 que eu ganhei e o papel de dispensa, que não vale para a escola, até porque vestibulando não pode faltar dois dias de aula nessa altura do campeonato, né? rsrs
terça-feira, setembro 28, 2010
sábado, setembro 25, 2010
hoy
segunda-feira, setembro 06, 2010
adultério
(...)
Sentada no meu colo a gente zoa...
Gata que delícia...boaa
Ui, o bagulho ta sério, vai rolar um adultério
(...)
adultério - mr catra
--
terça-feira, agosto 31, 2010
Dinâmica Marina Silva (Teatro Leblon) - 30/8
(...)
Tem gente que já está entregando o jogo no 1º tempo e tem gente que acha que ganhou o jogo no 1º tempo. Parece até que tem uma desistência. Mas a palavra desistência tem um sentido forte carregado, né. Desistência significa desconstrução de uma existência, desfazer uma existência. E qual é a existência que nos estamos desfazendo com essa ideia de que já está tudo resolvido no 1 turno? É a existência de um Brasil que precisa afirmar a sua democracia, não porque obedece, mas porque conhece quem está escolhendo para ser o presidente da República e não porque tá obedecendo ao pedido 'faça assim, faça assado', 'esse é o melhor, aquele é o pior para os brasileiros'. Não vamos desistir dessa existência de nos colocarmos como sujeitos da nossa História. Eu falei outro dia no debate da Folha que estavam tentando infantilizar os brasileiros. Que história é essa de mãe, de pai, de tio, de avô? (aplausos)
Isso é muito bom nas nossas relações parentais. Isso é constitutivo no lugar do sujeito como indivíduo. Mas mesmo os indivíduos, o pais e as mães, sabem que facassaram se o filho não se tornar um adulto, se não ocupar o seu lugar de sujeito, ter o seu próprio desejo, a sua própria marca e, se isso é tão ruim para o indivíduo, por que seria bom para um povo inteiro? Então não vamos assumir esse lugar de desistência da existência da nossa democracia porque ela é constitutiva da nossa maturidade. E, quando eu falo isso, eu falo feliz.
Eu até brinquei um dia desses “Bem, parece que os brasileiros estão querendo uma mulher”. Se for isso, então tá resolvido. Vamos fazer o segundo turno. No segundo turno, com o tempo igual, a gente faz um debate de igual para igual. Mas não tem aquele ditado popular “Você vai fazer isso? Pense duas vezes”.
Se a gente pensa duas vezes antes de fazer alguma coisa, por que o futuro do Brasil só precisa pensar uma vez? Por que o destino de todos os brasileiros só precisa ser pensado uma vez? Se a gente pode pensar duas vezes, conhecer duas vezes, escutar duas vezes, olhar duas vezes, então, vamos fazer isso. Pelo bem da democracia e pelo bem do eleito. Saber que quem foi eleito no segundo turno está muito mais fortalecido, muito mais legitimado, muito mais sacramentado, porque duas vezes foi escolhido. Isso é o que faz a diferença.
--
Editado em 25/09/2010:
quarta-feira, agosto 18, 2010
dia inesquecível
acordei às 3h da manhã e rumo ao aeroporto. túnel rebouças fechado. chegamos ao aeroporto com tempo de sobra; o voo é às 5h.
medo de cancelarem o voo. ainda mais por ser Gol e, nesses últimos dias, a fama da empresa tá péssima. tudo de certo. chegamos em s.paulo num horário relax. espera no aeroporto de congonhas, jornalzin pra matar o tempo excedente. taxi até o teatro tuca, da puc-sp. lá pras 8h30m chegamos. uhul. peguei minha credencial, tá. até parece que eu sou importante. ronda, ronda, ronda. conversa com gabriela, do evento. lanchezinho e pips lá por perto. volta e a situação fica tensa; homem com broche do ptb também quer entrar. después de luta, a segunda vitória. entrada tranquila. até que pouco antes das 10h30m, horário de início do debate. foda. foda. foda. minhas pernas tremem, cara. mudança de lugar, não quero nada atrapalhando a vista. foda. foda. foda. os recreios, ou intervalos, passam em segundos e mais um bloco rola. foda. foda. foda. as perguntas dos internautas são excepcionais, em contramão as dos jornalistas da folha não são lá grande coisas. a do rodrigo flores favorece absurdamente a petista por tentar sensibilizar e tudo. e eu crente que ele enfiaria a faca no final, né. "e se acontece algo com você, como seria um governo michel temer?". nada disso. a renata foi outra decepção. fala sério. essa pergunta sobre apoio no segundo turno é tão batida, cara. fala sério! e a do serra não deve ter sido lá grande coisa, ou algo até já falado durante o debate, porque eu sequer consigo me lembrar dela. acaba o debate. os fotógrafos pulam em cima dos candidatos e trupe. taxi again. aeroporto e voo marcado pra logo. tudo tranquilo no aeroporto de congonhas que deu tempo de fazer um lanchinho. e olha, olha, quem chegou lá na praça de alimentação, mais especificamente em frente à minha mesa, marcelo branco, que eu já tinha reconhecido lá no debate. bem, ele, maluf, marta e eduardo suplicy, guerra e mil outros que deram também entrevista pro debate - não que eu só tenha identificado o pessoal pela tv, né. fala sério. de longe. haha. e alguns jornalistas manjados que poupam nome. continuando, branco comendo ali na minha frente e notando que eu conto ao meu pai dele ali. e, claro, ainda estou com a minha credencial no pescoço. rsrsrs ele sabia de que eu tinha ido no debate e estava falando dele. fiquei com medo. porque ele encarou, mas parou e vazou. voo de volta foi tranquilo novamente. e, morta de sono, aqui estou. beijos
domingo, julho 04, 2010
sexta-feira, julho 02, 2010
treinando
não faz muito sentido discutir com vc sobre o que vc é
hahaa
Acha que a Marina chega em outubro com meros 10%?
' Raphael Kappa diz:
melhor tb n discutir né, meio narcisista demais isso
acho... acho que com debate ela cresce
pq a dilma não sabe falar
Ana Gabriela Caesar diz:
Acha que ela vai superar os 10%, então.
' Raphael Kappa diz:
ela tá com 8 né
acho q ela supera sim
Ana Gabriela Caesar diz:
Na última pesquisa que vi era 10%
mas está oscilando por aí mesmo
Acha que ela vai chegar a decolar?
' Raphael Kappa diz:
acho que supera sim
decolar é dificil
pouco tempo na tv
Ana Gabriela Caesar diz:
internet não compensa?
ou parte?
' Raphael Kappa diz:
diz isso pro cara que tá lááááááááá no interiorzão de roraima
Ana Gabriela Caesar diz:
Achas que no Rio ela decola? Mesmo com Gabeira apoiando ela e Serra?
' Raphael Kappa diz:
sim, sim
mas po
eu pelo menos qnd penso gabeira, penso marina
n serra
Ana Gabriela Caesar diz:
Ficou triste do Little boy ficar de fora?
' Raphael Kappa diz:
cara, fiquei triste de não comemorarem o suficiente!
po, dei pulos de alegria
já tava - qse - fazendo campanho pro cabral
agora posso votar sem peso na consciência em qm eu quiser
Ana Gabriela Caesar diz:
Não acha que a chance do Sergio Cabral se reeleger aumenta sem Little boy na disputa?
' Raphael Kappa diz:
aumenta consideravelmente
mas vale td menos o little boy
Ana Gabriela Caesar diz:
E a eleição não vai ficar plebiscitária?
' Raphael Kappa diz:
agora eu posso votar no gabeira sem pensar q talvez o little bot vá
Ana Gabriela Caesar diz:
Você acha que o Little boy realmente tinha alguma chance? Ou não: ele desestabilizaria Cabral, abrindo caminho pro Gabeira?
' Raphael Kappa diz:
vc já viu algum politico perder reeleição
é mt dificil
eu acho q ele tinha chance sim
mas acho q perderia no segundo turno
Ana Gabriela Caesar diz:
Segundo turno: Garotinho vs. Cabral?
' Raphael Kappa diz:
sim
Ana Gabriela Caesar diz:
Acha que não perdem reeleição porque têm a máquina?
' Raphael Kappa diz:
depende do q vc entende de máquina né...
o cara tá lá, vc vê mt mais facilmente "realizações"
o outro ou vc tem q se lembrar ou presumir
Ana Gabriela Caesar diz:
Por mais que o governo dele seja mais conhecido pelo vice, Pezão?
' Raphael Kappa diz:
não acho que seja mais conhecido pelo vice, não pro grande público
pros politicos sim, o pezão é o cara que dá ordem... mas pro todo, é o cabral que fez a upa, eu acho
Ana Gabriela Caesar diz:
UPA e UPP vão reeleger Cabral?
' Raphael Kappa diz:
acho que sim
suposição claro
e qual sua opinião?
Ana Gabriela Caesar diz:
Já tem ideia de voto para deputado federal e estadual?
' Raphael Kappa diz:
voto no freixo pra estadual e n sei federal ainda
Ana Gabriela Caesar diz:
Crivella e Paulo Duque merecem ganhar mais oito anos no Senado?
' Raphael Kappa diz:
por mim, não!
mas o crivella parece q n vai se candidatar!
Ana Gabriela Caesar diz:
E o Dornelles, que alterou o Ficha Limpa?
' Raphael Kappa diz:
muito menos
Ana Gabriela Caesar diz:
Conhece o Marcelo Freixo?
' Raphael Kappa diz:
conheço
qr dizer, conheço de campanha né
Ana Gabriela Caesar diz:
Já percebeu que isso é uma entrevista.
' Raphael Kappa diz:
palestras, reuniões de grupos
tô reparando hehe
Ana Gabriela Caesar diz:
né?
hahahahahah
' Raphael Kappa diz:
não, eu não sou um terrorista!
Ana Gabriela Caesar diz:
terrorista?
imagina!
estou treinando para repórter
haha
' Raphael Kappa diz:
logo comigo?
