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segunda-feira, dezembro 21, 2009

Mais do que uma "lembrancinha"

Hoje, de madrugada, recebi uma notícia ruim. Ou melhor, notei um fato negativo. O meu ex-professor é um desequilibrado. Também hoje, ganhei meu dia! Vou receber um livro das meninas do 7x7 de Época - blog que frequento desde maio. Muito legal! Eu nem precisei me inscrever dessa vez (ganhei promoção do Bombom na Web um mês atrás). Em breve, eu terei um livro assinado pela Martha, Ruth, Marcela, Isabel, Letícia, Kátia e Mariana. Mal posso esperar.
:)
Escrevi assim lá: que demais!!! adoreeei.!! vou adorar receber “uma lembrancinha” de vocês. e o mais importante: assinado por vocês. mas como que uma de Brasília, outra de SP e outra do Rio vão assinar? gosto do valor que vocês dão aos leitores e isso se verifica quando vocês nos respondem, discordam, comentam, dão dicas… Parte da minha família está no exterior… então vou comemorar o Natal com alguns familiares e o Ano Novo com o pessoal que está viajando. obrigada a todos (comentaristas/blogueiras/leitores)! Boas festas


terça-feira, setembro 29, 2009

Nem de graça

Repórter: - Boa tarde. Eu sou repórter do JORNAL DO BRASIL. A gente está fazendo um guia de sebos do Rio de Janeiro. Eu posso te fazer umas perguntas?
Dono de sebo: - Claro. Eu já recebi visita do GLOBO, O DIA, EXTRA, mas nunca recebi do JORNAL DO BRASIL.
Repórter: - Hahahaha. O JORNAL DO BRASIL é atrasado mesmo.
Eu: - Afff. Que isso! Tudo tem uma primeira vez, né?!!


Uma repórter dessa nem de graça eu quero!

sexta-feira, setembro 04, 2009

Promoção Megazine pela 2ª vez

Pela segunda vez, eu estou participando da promoção do GLOBO "Eu faço a Megazine". Na última vez, eu respondi sobre o que eu gosto de escrever e desta, eu respondi a pergunta "Quem é você na internet?". Depois de 10 dias do início, eu coloquei os 500 caracteres na tela. Eu cheguei a pensar em escrever que eu sou uma surfista, mulher-maravilha ou, simplesmente, eu mesma. Cheguei a conclusão que é hora de arriscar; fugir do padrão. Segue o texto abaixo e entre parênteses os comentários:

Eu sou uma pescadora. Eu estou sempre trabalhando para levar novidades fresquinhas (informação, leitura) aos meus fregueses (leitores). Fujo do padrão. Em vez de capturar os animais marinhos, a minha rede (ambiguidade: rede de computador e rede de pescador) garante a saciedade através da leitura. Eu nasci online. Faço jus ao fato e exponho de trabalhos escolares a notícias internacionais (um pouco do que eu faço e sua diversidade) em blog (Croquis) e site (FergieBR). Eu conheço esse mar (área, campo). Não há caixote (ninguém me derruba, fará com que eu desista) que me derrube. O azul sem limite (internet) ainda abrirá muitas portas (oportunidades) que trarão frutos (sucesso) do meu esforço.

quarta-feira, julho 22, 2009

O perfil dos jornalistas






Aos 14 anos, eu percebi que seguiria a carreira de jornalista. Mas afinal que tipo de pessoa os jornalistas são? Uma das perguntas mais persistentes, já que um dia eu serei um deles. Eu terei a mesma rotina que eles têm e provavelmente terei um perfil similar ao deles – já que eu conviverei boa parte dos meus dias com eles. Assim como os políticos e os advogados, a maioria dos jornalistas não é bem vista pela sociedade. Um exemplo de responsável por essa imagem é o Perez Hilton - uma pessoa que eu não gostaria de ser, conhecer ou aturar. Hilton é um blogueiro – mas também podemos chamá-lo de repórter independente, já que só há uma diferença: o lugar da onde o dinheiro vem. Se fosse só isso, não teria problema...
M. A. Lavandeira Jr. conquistou a fama julgando as celebridades sem sequer conhecê-las sendo muitas vezes desrespeitoso, preocupando-se somente com o seu umbigo.

Num certo domingo em que eu assistia uma competição de salto de cavalo, cerca de três casais barulhentos estavam reunidos perto das cadeiras em que eu e minha avó estávamos sentadas. Era indispensável observar os casais. Eram mal educados, feios, falavam alto, bebiam muito, enquanto as pessoas ao redor tentavam aprestar atenção nos saltos. Para você ter uma noção: foi necessário que a juíza pedisse no microfone para que o grupo se acalmasse. A única pergunta que não saía da minha cabeça era: o que será que essas pessoas fazem da vida? Pareciam classe média, logo comecei a achar que eles eram jornalistas. Aquela hipótese começou a me atormentar. De repente uma das mulheres, já alterada, pergunta ao marido:

“Mas você não é jornalista? repórter? sei lá o que”


Naquele momento, eu desabei. Por mais que aquele fosse um momento de descontração é inevitável pensar que eu teria que encontrar com aquele tipo de pessoa na redação ou até que eu poderia me tornar uma deles!
Uma experiência mais recente e menos apavorante aconteceu numa palestra na escola. O ex-aluno da EAC formado em jornalismo era mal educado (celular tocou duas vezes e mesmo assim ficou mexendo no celular), não conseguia se expressar verbalmente direito (gaguejava e outros) e o mais importante: ELE TRABALHA NA EMPRESA QUE EU SONHO EM TRABALHAR. Já foi dito acima que os advogados também têm a sua imagem prejudicada, diferentemente do jornalista, o ex-aluno advogado – também formado em engenharia mecânica, era boa pinta, falava muito bem (cômico e espontâneo), apesar de ter até se levantado para falar, não o considerei educado por ter extrapolado no tempo. Por mais que eu tenha esbarrado em jornalistas, cujos perfis não me agradam, prefiro pensar que eles são minoria. De qualquer forma já conheço um lugar onde não há esse tipo de gente e lá eu sei que estarei salva.

quarta-feira, junho 24, 2009

Tendência: o uso abusivo da tecnologia

"É certo que, nos dias atuais, se torna cada vez mais difícil fazer história, pois o texto elaborado e a anotação cuidada são desmerecidos. A palavra escrita vai perdendo espaço e força em favor do rádio e da televisão, que exprimem, mas não imprimem, que difundem mais não gravam, que emitem o som ou a imagem, porém não fazem constância, não produzem memória. Em suma, não se pode fazer história sem papel, sem documento, sem jornal, sem livro."
Armando Falcão, ex-ministro, em trecho de Geisel do tenente ao presidente


Eu não tenho problema em jogar as coisas fora. Porém no meu quarto, eu tenho um armário onde eu guardo todas as revistas, os jornais, os trabalhos escolares que levaram alguma influência à minha vida. Eu os guardo com o intuito de rever mais tarde e mostrar aos meus filhos e netos.
"Esse jornal foi publicado na crise de 2008. Esta revista aqui eu acompanhei de pertinho no meu primeiro estágio. Já esta foi a minha primeira aparição na mídia."
Será que sou só eu? Ou as famílias tradicionais só guardam álbuns de fotos? Quando perguntei à minha avó sobre alguma reportagem que tenha a impactado a ponto dela guardá-la, ela diz que com a mudança livrou-se das antiguarias. Aproveitando a oportunidade, faço a mesma pergunta para o namorado de minha avó. As páginas do caderno de esporte do jornal, em que este havia aparecido, já haviam sido jogadas fora. Duas tentativas e eu continuava na estaca zero. Eu ainda não tinha perguntado ao meu tradicional parceiro de conversas, quando depois de uma faxina nos livros, mamãe encontra um álbum acima das minha expectativas. Não me refiro a fotos coladas em folhas de papel e sim, ao álbum dos presidentes publicado pelo JB no centenário da República, mais especificamente em 15 de Novembro de 1989. Não é lá tão velho, mas traz reportagens antigas publicadas desde a fundação do Jornal do Brasil a resumos dos governos de Deodoro a Sarney. Eu não poderia estar mais feliz; conteúdo político, sobre a atual matéria de história e o melhor: recheado de reportagens! As pessoas nos surpreendem, por mais que eu não tenha comentado que eu procurava algo importante que tenha acontecido do passado com a minha mãe, esta me pergunta:
"Isso aqui é de política. Interessa? Ou posso jogar fora?"

Esses acontecimentos nos fazem refletir a importância da mídia impressa. Assim como Falcão disse o rádio e a televisão não fazem constância, não produzem memória. Por mais que nós conseguimos nos informar através da internet, televisão ou rádio; isso não é suficiente, pois a informação logo cairá no esquecimento. E no futuro quando você quiser lembrar de algum momento ou até mesmo quando for perguntada pelos seus netos, você quase não terá lembranças e muito menos fatos concretos como prova dos acontecimentos.

sexta-feira, junho 12, 2009

No papel, na tela, onde você quiser estar

Assim como a política, o jornalismo também esteve presente na minha vida desde cedo. Na época em que os meus pais eram casados, nós seguíamos uma rotina à noite. Após o jantar em família, nós íamos diretamente para o escritório. O escritório – hoje em dia abandonado – era conhecido por ter canal a cabo e a maior televisão da casa. Lá mamãe e papai assistiam o Jornal Nacional, enquanto eu e minha irmã, 7 e 5 anos respectivamente, esperávamos o término para poder assistir os desenhos do Cartoon Network. Eu ainda não demonstrava interesse pelo jornalismo.

A minha recordação antiga mais relevante é de 2003. Quando eu cursava a 4ª série e a professora de português, Marília, abriu um espaço de suas aulas para quem quisesse trazer reportagens e apresentá-las. Os meus pais já eram separados e a minha mãe não sequer assinava um jornal ou revista. Ao contar a novidade em casa, a minha avó materna logo se ofereceu a doar o Jornal do Brasil assim que lido por ela. A partir daquele momento não sobrou espaço vazio no mural na minha turma. Aqueles jornais velhos já faziam parte da minha rotina; eu lia, escolhia a reportagem, levava para a escola e informava a turma. Além de ter gostado do contato com o jornal, eu tinha um interesse maior por trás daquilo tudo: melhorar a minha nota complementar. Em 2003, eu tive um dos piores rendimentos da minha vida acadêmica. Outra maneira que eu investi para melhorar a minha nota complementar foi: alugar vários livros da biblioteca de sala. Eu nunca me interessei por livros. Essa é uma frase dificilmente dita por jornalistas ou qualquer um que atue no campo de comunicação. Mas ainda tenho esperanças que um dia poderei mergulhar em um mar de livros. Então eu arrumei um modo de burlar a biblioteca da sala, já que eu seria obrigada a ler X livros por mês e a minha nota complementar não era das melhores. Toda semana, eu alugava cerca de 3 livros e às vezes no mesmo dia, eu os devolvia. Eu simplesmente não os lia e no campo da resenha da folha – que deveria ser preenchida sobre o livro –, eu copiava o texto que aparece atrás do livro. Dessa forma, eu fui reconhecida como a maior leitora da sala – ganhando um livro da professora e...... não sei se teve alguma influência, mas eu passei de ano.

Eu só fui ter um contato tão forte com outro meio de comunicação no final de 2004. Quando, finalmente, os meus pais cederam e eu e minha irmã conseguimos uma televisão para cada um dos quartos. Era uma grande vitória poder escolher entre Globo, SBT, Record e o melhor: quando a gente bem entendesse. Eu optava na maioria das vezes pela Rede Globo e assistia qualquer coisa que passasse. Quem conhece sabe que a emissora exibi os mais variados telejornais, o que fez com que a minha necessidade de estar sempre bem informada aumentasse cada vez mais.

Meados de 2007, minha mãe – que se recusava a pagar mais dois pontos adicionais para a NET – cede novamente. Com quase uma centena de canais disponíveis, eu me interesso especialmente por um. Nada mais, nada menos do que o canal conhecido por informar os telespectadores em tempo real. A Globo News passa a ser a minha maior fonte de informação. E através desta, eu conheço o mundo das especulações. O meu interesse pelo mercado financeiro não fica só na telinha. A minha frequência quanto às conversas com o meu pai, à leitura do jornal e ao uso da internet como meio de informação cresce. Logo que entregue, o jornal OGLOBO segue em uma viagem rumo à escola, a globo.com não é mais suficiente e as conversas não ficam mais entre eu e papai. Pela primeira vez, os três meios de comunicação mais conhecidos estão incluídos no meu dia-a-dia. Esteve tão claro desde os meus 10 anos. Eu seria uma idiota se não seguisse a carreira de jornalista.

domingo, novembro 09, 2008

Televisão

Um dos meus maiores vícios é a televisão. A televisão é o único meio de comunicação que informa, entretê e anuncia. Alguns podem até tentar copiar, mas a televisão é incomparável. Tirinhas nos jornal ou até mesmo uma charge nunca terão o mesmo impacto de uma novela polêmica. Sem querer desmerecer os jornais, revistas, sites e etc, escrevo abaixo.
Eu sou obrigada a confensar, gastei grande parte da minha vida assistindo televisão. Ao contrário, do que muitos pensaram, não, eu não me arrependo. Não só não me arrependo, como acho um absurdo; uma pessoa, que tenha condições, não assistir. Jogo de futebol, Bolsa de Valores, Jornal, Novela, Publicidade...ou seja, a televisão envolve tantos meios diferentes, que chega a ser impossível não gastar alguns minutinhos na sua frente.
Agora, Por que esse preconceito todo? "Você vai ficar alienado!" "Eles tentam influenciar nas suas decisões!" Sempre soube que o objetivo dos jornalistas é informar a população, relatando o fato como ele aconteceu, sem tomar um lado. Pelo que eu já andei percebendo, isso não existe mais neste mundo globalizado. Tornando a mídia em um mundo desigual, mas fazer o quê? Cada um luta com as armas que têm. Eu não ficarei alienada. E muito menos, influenciarão nas minhas decisões, já sou madura o suficiente para formar opiniões. Essa coisa de ser influenciado é coisa de fraco, sem cultura e sem idéia da realidade. Que reproduz o que a televisão fala. Essa não sou eu.
Mais em breve,
que tal uma novelinha?
Abraço,
XFX