domingo, abril 25, 2010
Por que eu faço a Megazine

Por que eu faço a Megazine
Eu represento um sexto do atual Conselho Jovem da Megazine. Qual é a trajetória que eu fiz para chegar aqui? Como eu posso ajudar aqueles que almejam a minha vaga? Adianto: não foi mamão com açúcar. Afinal, foram cerca de cem inscritos no último concurso; 163, no anterior.
Quando tudo começou? Março de 2009. Como? Meu pai me mandou um SMS contando a existência do concurso “Eu faço a Megazine”. Eu me inscrevi, claro. Não deu em nada.
A 2ª vez: final de agosto daquele mesmo ano. Gostei muito mais da pergunta. Quem eu sou na internet em vez de sobre o que eu gostaria de escrever. Tomei a iniciativa de me inscrever, meio sem esperanças. Até que, numa quarta-feira, quando eu estou olhando os acessos do meu blog, eu vejo que alguém do GLOBO fuxicou. Sou chamada para a dinâmica (assistam a O que você faria?) e obrigada a contar aos mais próximos – só seis pessoas – a novidade. Tento conversar com o Alexandre, que participou da dinâmica anterior, mas não consigo. Mesmo despreparada, dou o meu melhor. Ainda não foi naquela vez.
E quem disse que eu desisto? Lá fui eu… pela 3ª vez. Depois de ter acompanhado, com gosto, o Conselho anterior. Eu estava muito mais preparada, sem dúvida. Aliás, desde quando eu não fui escolhida, eu passei a pensar em temas para o Fazendo a Megazine em vez de para o Croquis de la Vida, o meu blog. Eram tantos assuntos e opções na minha cabeça que eu não sabia sobre o que escrever e a primeira impressão que eu deveria passar.
“(…) estou com umas ideias, mas, independente do que eu escolher, só devo me inscrever lá pros últimos dias. acho que é pra a gente entrar como os dois textos mais comentados, pois não devem querer nos ver novamente na dinâmica! bjs”, escrevi por depoimento para um amigo.
A partir daquela segunda-feira – que também é o dia da semana no qual eu escrevo aqui – em que o meu artigo foi publicado, a divulgação não parou. Não adiantava escrever no meu mural do Facebook, colocar link no meu perfil do Orkut ou tuitar para os meus seguidores. Os comentários só vinham no ping-pong. Tinham de ser em conversa no Messenger, bate-papo do Facebook, reply do Twitter, scrap do Orkut, ligações ou e-mails diretos. Prova disso é o meu perfil @Hojeehdiade, que tem mais de 600 seguidores, não render comentário.
E, para chegar nesses 152 comentários, eu precisei mais do que tempo: cara de pau. Por outro lado, eu pensava nas provas da semana seguinte, o que fez eu me refugiar por dois dias em Angra. Provas, aliás, que eu não fiz por causa da chuva. No final das contas, perdi a minha vaga para os gigantescos números 500 e 423. Parabéns, meninas!
Ao contrário de setembro, todo mundo sabia que eu tinha sido selecionada para a dinâmica. Tive um desempenho desastroso, talvez por culpa de tanta pressão. Temia ter perdido a minha vaga para a Clara, que também entrou para o Conselho. Enfim, eu consegui… num 2º turno!
Eu me senti uma política do começo ao final desse concurso. As abordagens, os diálogos e os agradecimentos eram os mesmos. A mesma ladainha de sempre. Passei a enxergar as pessoas como votos. A minha mãe, por exemplo, significou por volta de 40. Pedi comentários para estranhos, inimigos e amigos que não vejo há anos. Ganhei novos amigos e descartei outros.
Acho que depois disso tudo, o mais difícil foi divulgar um texto cheio de erros e dar a notícia, ao Lucas e ao Felipe, de que a Mega já tinha me ligado. Esse pessoal que, assim como eu, não vai desistir nunca. Gente, essa cancela levanta. A luta continua. Para quem tiver interesse, o concurso Contos do Rio, do caderno Prosa & Verso, premia com R$3 mil o vencedor.
E você? Já participou de quantos concursos? Vai se inscrever para o próximo Conselho?
*agcc92@gmail.com
sábado, abril 10, 2010
quando, quando, quando
já citei o filme Reparação neste blog. cadê a divulgação do filme? nada. quero muito assisti-lo.
quarta-feira, abril 07, 2010
terça-feira, abril 06, 2010
sexta-feira, abril 02, 2010
concurso mega
eu tenho três provas semana que vem: biologia, português e química. não tenho conseguido estudar em meio a essa divulgação toda. vide segunda-feira (cheguei em casa e divulguei até o horário de dormir. ps: até o cqc, eu perdi), sendo que terça e quarta eu tinha prova de filosofia e história, respectivamente. ferrou. não sei o porquê mas a prova de história foi bem diferente do esperável. professora nova (não de idade!) é outra coisa. não sabemos o que esperar. sei lá. daí, agora eu vou me matar em biologia. a matéria é muito grande! e eu não levo jeito pra isso mesmo. o favorável é que o professor é maravilhoso... hehe vou usar esses dias em que estarei isolada para meter a cara nos livros, literalmente. lá não tem internet, não tem amigos a mil, não tem a agitação do concurso, não tem tv a cabo e etc. por outro lado, penso se isso que estou fazendo é muito arriscado. afinal, são quase três dias... se de segunda a quinta, eu cresci tanto, alguém pode crescer nesses 3 diazinhos. i dunno. sei é que segunda e terça vão me dar um trabalhão. e eu tenho prova! rsrs mas eu consigo conciliar, i do. VAMO QUE VAMO. 10:10 02 abril
sexta-feira, março 26, 2010
croquis
Atualmente:
1a. discussão do texto pronto com pessoas próximas 1b. pretenção de envio para sábado à noite/domingo. 1c. colocar plano de marketing em ação 1d. ler os demais textos e pesquisar candidatos 1e. stay tuned
Eu me encontro numa emboscada. Após meses anotando ideias para textos e pautas para a Megazine, surge a dúvida de que tema devo escolher para O post. Um dos meus objetivos é sempre escrever contextualizando com fatos recentes.
Por exemplo, o último dia de concurso é 31. Logo, cairia bem escrever algo sobre os dois feriados (sexta feira santa, 2, e páscoa, 4). Daí, eu revi um lembrete em que eu me questionava o porquê de estar escrito “Deus seja louvado” na nota de dinheiro. Semana passada, o professor de história do cursinho também comentou: “Por que quase todos os feriados são católicos se o Brasil é um país laico após a proclamação da República?”. Seria um assunto interessante a levantar. Porém, perigoso. Pelo o que sei, o Lauro é bem católico ( lembro daquela capa sobre os padres, e a Valquíria comentando a viagem dele à Roma) e a Josy, judia. Acho que conseguiria escrever um texto coerente e sensato, sem criar ressentimentos. Mas prefiro ser conservadora nesse momento. Parti para outra.
Lembrei da final do BBB e do convite que a minha amiga me fez para ir assistir ao BBB lá. Pô, geral de adolescente que eu começo se amarra em Big Brother. Daria para escrever tranquilo. Acompanho desde a primeira edição e já fui viciada, isto é, assinante do PPV. Pensei na impressão que eu daria em escrever sobre um programa fútil justo no primeiro post. Tá. Pensei na possibilidade de falar do preconceito com o programa e essa generalização toda. Um tipo: o que faz uma pessoa ser ignorante? Já que tantas pessoas têm muito preconceito. Aquele orgulho de não assistir ao programa, sabe? Continuei na posição de que não daria uma boa imagem escrever sobre BBB, mesmo sabendo da garantia de bons comentários. Alguém lembra daquele post que a Anna escreveu #foratessalia? Haja comentários! Fui rever os meus outros lembretes.
Fiquei imaginando como contextualizar. Poderia escrever sobre os alunos que saem da escola no 2 ano do ensino médio porque passaram para a faculdade. Cheguei a pegar o celular do meu amigo. Aquela tentativa de obrigar a criança a ter 6 anos para ir para o CA. E da tentativa de fazer isso com o jovem aos 18 para a faculdade. E, claro, o meu caso: passei para a faculdade e curso que quero, porém não fui. Não quis largar a escola para fazer supletivo ou entrar com ação.
Dando mais uma olhada nos meus lembretes. Pensei: posso escrever sobre o absurdo orçamento da festa de formatura. Perguntar para amigos como tá em suas escolas. Eu teria bastante conteúdo para colocar no computador. Além do mais, eu sou inadimplente. Tá um bafafá danado. E os e-mails trocados pelos pais dão para completar os meus argumentos como citações. Como contextualizar? Lendo o jornal na quinta, achei algo interessante. O evento que rolarará em Brasília para o lançamento do PAC 2 e da candidatura do José Serra. Lá tem o preço que será gasto com o aluguel do local e mais números. Questionar se vale mesmo a pena gastar essa dinheirama para curtir, no máximo, 10 horas. Se uma viagem não é mais proveitosa. Citar caso do cruzeiro (eu não aguentaria) com a garota que morreu. E aquela história toda de que tinham drogas e muita bebedeira lá.
Estava praticamente decidida, colentando mais dados, mesmo estando preocupada com o número de caracteres. Quando pensei em falar no caso Isabella, que tanto repercutiu nesta semana, por causa do julgamento. Só que não no caso em si. Mas nessa coisa da população toda se comover e se mexer isso. Esse impacto e o espaço que aquele crime ocupou nas pessoas. Bem diferente do conformismo de que estamos acostumados. Poderia questionar por que casos como esse mexem tanto conosco. Como aconteceu com o João Hélio, arrastado por quarterões enquanto estava preso no cinto de segurança. Com a Gabriela... Poderia dar uma olhada no livro que li em janeiro deste ano, os crimes que abalaram o Brasil. E, muito mais que casos, outras ações e fatos que nunca foram esquecidos pela sociedade.
Tô muito confusa. Espero que essa estratégia toda dê certo.
1a. discussão do texto pronto com pessoas próximas 1b. pretenção de envio para sábado à noite/domingo. 1c. colocar plano de marketing em ação 1d. ler os demais textos e pesquisar candidatos 1e. stay tuned
Eu me encontro numa emboscada. Após meses anotando ideias para textos e pautas para a Megazine, surge a dúvida de que tema devo escolher para O post. Um dos meus objetivos é sempre escrever contextualizando com fatos recentes.
Por exemplo, o último dia de concurso é 31. Logo, cairia bem escrever algo sobre os dois feriados (sexta feira santa, 2, e páscoa, 4). Daí, eu revi um lembrete em que eu me questionava o porquê de estar escrito “Deus seja louvado” na nota de dinheiro. Semana passada, o professor de história do cursinho também comentou: “Por que quase todos os feriados são católicos se o Brasil é um país laico após a proclamação da República?”. Seria um assunto interessante a levantar. Porém, perigoso. Pelo o que sei, o Lauro é bem católico ( lembro daquela capa sobre os padres, e a Valquíria comentando a viagem dele à Roma) e a Josy, judia. Acho que conseguiria escrever um texto coerente e sensato, sem criar ressentimentos. Mas prefiro ser conservadora nesse momento. Parti para outra.
Lembrei da final do BBB e do convite que a minha amiga me fez para ir assistir ao BBB lá. Pô, geral de adolescente que eu começo se amarra em Big Brother. Daria para escrever tranquilo. Acompanho desde a primeira edição e já fui viciada, isto é, assinante do PPV. Pensei na impressão que eu daria em escrever sobre um programa fútil justo no primeiro post. Tá. Pensei na possibilidade de falar do preconceito com o programa e essa generalização toda. Um tipo: o que faz uma pessoa ser ignorante? Já que tantas pessoas têm muito preconceito. Aquele orgulho de não assistir ao programa, sabe? Continuei na posição de que não daria uma boa imagem escrever sobre BBB, mesmo sabendo da garantia de bons comentários. Alguém lembra daquele post que a Anna escreveu #foratessalia? Haja comentários! Fui rever os meus outros lembretes.
Fiquei imaginando como contextualizar. Poderia escrever sobre os alunos que saem da escola no 2 ano do ensino médio porque passaram para a faculdade. Cheguei a pegar o celular do meu amigo. Aquela tentativa de obrigar a criança a ter 6 anos para ir para o CA. E da tentativa de fazer isso com o jovem aos 18 para a faculdade. E, claro, o meu caso: passei para a faculdade e curso que quero, porém não fui. Não quis largar a escola para fazer supletivo ou entrar com ação.
Dando mais uma olhada nos meus lembretes. Pensei: posso escrever sobre o absurdo orçamento da festa de formatura. Perguntar para amigos como tá em suas escolas. Eu teria bastante conteúdo para colocar no computador. Além do mais, eu sou inadimplente. Tá um bafafá danado. E os e-mails trocados pelos pais dão para completar os meus argumentos como citações. Como contextualizar? Lendo o jornal na quinta, achei algo interessante. O evento que rolarará em Brasília para o lançamento do PAC 2 e da candidatura do José Serra. Lá tem o preço que será gasto com o aluguel do local e mais números. Questionar se vale mesmo a pena gastar essa dinheirama para curtir, no máximo, 10 horas. Se uma viagem não é mais proveitosa. Citar caso do cruzeiro (eu não aguentaria) com a garota que morreu. E aquela história toda de que tinham drogas e muita bebedeira lá.
Estava praticamente decidida, colentando mais dados, mesmo estando preocupada com o número de caracteres. Quando pensei em falar no caso Isabella, que tanto repercutiu nesta semana, por causa do julgamento. Só que não no caso em si. Mas nessa coisa da população toda se comover e se mexer isso. Esse impacto e o espaço que aquele crime ocupou nas pessoas. Bem diferente do conformismo de que estamos acostumados. Poderia questionar por que casos como esse mexem tanto conosco. Como aconteceu com o João Hélio, arrastado por quarterões enquanto estava preso no cinto de segurança. Com a Gabriela... Poderia dar uma olhada no livro que li em janeiro deste ano, os crimes que abalaram o Brasil. E, muito mais que casos, outras ações e fatos que nunca foram esquecidos pela sociedade.
Tô muito confusa. Espero que essa estratégia toda dê certo.
domingo, março 21, 2010
escape valve
como é a vida, né?
n'um dia 'cê acha um absurdo. a'os poucos, aquela ideia vai amadurecendo. quando 'cê vai ver, já se tornou real. julgamento precipitado? ou ato precipitado?
quem diria...
por isso, guardar pr'a si mesmo é mais seguro, por mais difícil que possa ser.
sei lá. onde é o limite?
n'um dia 'cê acha um absurdo. a'os poucos, aquela ideia vai amadurecendo. quando 'cê vai ver, já se tornou real. julgamento precipitado? ou ato precipitado?
quem diria...
por isso, guardar pr'a si mesmo é mais seguro, por mais difícil que possa ser.
sei lá. onde é o limite?
domingo, março 07, 2010
notes
isso renderia:
1a. filme chamado Reparação. estreiará neste ano. basta saber o mês.
1b. entrevista da Mônica Waldvogel com Leandro Narloch (do ótimo livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil) e Marco Antônio Villa (historiador pela UFSCar).
2a. comentar erros gramáticos de pessoas públicas e dificuldade com a escrita.
2b. citar meu caso. meu nome tá sujo na praça. erros casuais.
2c. recomendação de site FF correção
3a. o absurdo orçamento das festas de formatura.
3b. crítica à elite. quebra da lei > exemplo dos pais e consentimento
3c. necessidade de uma mudança na formação de nossas crianças
4a. o deslumbramento das mulheres
4b. vide bbb e seus vencedores. vide livro crimes que abalaram o Brasil
5a. e se vc passar? a ineficacia do ensino médio. e o abandono para ingressar na faculdade o mais breve
5b. supletivo. cel
6a. teste vocacional. exemplo: vejinha
6b. e seus derivados
7a. seção os melhores tweets. algo mais relacionado à internet.
8a. e-mail enviado pela vovó. comparação usando suas origens
8b. aquela que veio debaixo é mais admirado. e aquele de cima tem menos chances.
8c. evitar generalizações. e eu?
8d. elite tem mais responsabilidades. deveria ser exemplo.
segunda-feira! sexta, sábado e domingo> mais tempo para escrever. mais material> oglobo de domigo (+), veja, época, istoé e cia já publicadas. e terça o link pro blog fica na home d'o globo. logo mais chances do pessoal ir ao post anterior.
1a. filme chamado Reparação. estreiará neste ano. basta saber o mês.
1b. entrevista da Mônica Waldvogel com Leandro Narloch (do ótimo livro Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil) e Marco Antônio Villa (historiador pela UFSCar).
2a. comentar erros gramáticos de pessoas públicas e dificuldade com a escrita.
2b. citar meu caso. meu nome tá sujo na praça. erros casuais.
2c. recomendação de site FF correção
3a. o absurdo orçamento das festas de formatura.
3b. crítica à elite. quebra da lei > exemplo dos pais e consentimento
3c. necessidade de uma mudança na formação de nossas crianças
4a. o deslumbramento das mulheres
4b. vide bbb e seus vencedores. vide livro crimes que abalaram o Brasil
5a. e se vc passar? a ineficacia do ensino médio. e o abandono para ingressar na faculdade o mais breve
5b. supletivo. cel
6a. teste vocacional. exemplo: vejinha
6b. e seus derivados
7a. seção os melhores tweets. algo mais relacionado à internet.
8a. e-mail enviado pela vovó. comparação usando suas origens
8b. aquela que veio debaixo é mais admirado. e aquele de cima tem menos chances.
8c. evitar generalizações. e eu?
8d. elite tem mais responsabilidades. deveria ser exemplo.
segunda-feira! sexta, sábado e domingo> mais tempo para escrever. mais material> oglobo de domigo (+), veja, época, istoé e cia já publicadas. e terça o link pro blog fica na home d'o globo. logo mais chances do pessoal ir ao post anterior.
quinta-feira, março 04, 2010
terça-feira, fevereiro 16, 2010
NINE- Cinema italiano
há uns dias comprei o soundtrack do filme NINE. posso dizer que valeu a pena por três músicas. Cinema Italiano, Be Italian e Quando, quando, quando.
When you hold me, don't just hold me... but hold this!
Tell me when... will you be... mine... tell me quando, quando, quando.
--
e estreiou hoje... com direito a TT
sábado, janeiro 16, 2010
CUIDADO: Há riscos de pandemia

Apesar de não ser lulista, eu queria ter ido na estreia do filme Lula, o filho do Brasil. Infelizmente, eu não pude. Desde meados de julho de 2009 que eu leio críticas sobre o filme. Fazia tempos que eu não via algo com tanto destaque na mídia. Eu vi a última sessão do filme hoje. Ao contrário do namorado da minha mãe e da minha avó – que se recusaram a assistir ao filme -, sou uma pessoa aberta. Mesmo não estando acostumada a assistir filmes demorados. No final, eu já estou cansada daquele assunto e com a bunda doendo. Abro pequenas exceções como Che Guevara Parte 1 (126 minutos) e Lula, o filho do Brasil (128 minutos). E, querendo ou não, o Lula foi uma pessoa marcante na história do Brasil; Che, do comunismo.
O filme de Lula é muito forçado e bem radical: só existe bem ou mal - não existe meio termo. Aristides, pai de Lula, é o demônio, covarde, bêbado enquanto a mãe, dona Lindu, é uma santa, bondosa, que vive em razão dos filhos. Do começo ao fim, Lula está sempre bem intencionado, leal e o filho predileto de sua mãe. Fico até pensado no que os outros filhos da dona Lindu acharam do filme. O que os irmãos de Lula achavam do pai? Será que ele era assim mesmo? Mesmo filho de um alcoólatra, Lula não aprendeu a ficar longe da cachaça? O filme é mesmo verídico?
Em vários momentos do filme, pode-se perceber que o filme tenta conquistar todos os tipos de eleitores. Desde a infância, quando Luiz Inácio era mais "queimadinho". Será que era o sol de Caetés, cidade natal do Presidente? No namoro com Maria de Lurdes, super romântico, atencioso e brincalhão. Sonho de toda mulher? Sexo só depois do casamento. Por causa dos religiosos? Claro que Lula também é homem, logo vai a boates, paquera e toma sua cervejinha. Antes de tomar qualquer decisão, ele faz consultas, pensa bastante, faz as melhores escolhas. Alguma relação com os empresários e com a elite? O Lula do filme é rico em bom senso. Não por acaso, é o que mais falta nos atuais discursos do Presidente. Mas é um filme para se emocionar. Principalmente, quando ele recebe a notícia de que a esposa e a filha morreram e no momento em que ele consegue conquistar a atual primeira dama, Marisa Letícia. E, no final de tudo, o que a Marisa é? Uma mulher chique - esteve sempre bem vestida nas cenas - e interesseira porque só deu bola para o Lula quando ele disse que ocupava xis cargo. Em vários momentos, eu não entendi direito o papel da mãe de Lula. E nunca entenderei - uma pena ela ter falecido. Por exemplo, as notas de Lula. A personagem de Glória Pires frisava que queria os filhos estudando. Então por que ela permitiu que o Lula parasse de estudar na 4ª série? Para o filho ter o futuro brilhante como torneiro mecânico? Veja só. Eu descobri até um erro na cena em que Luiz Inácio recebe o diploma de torneiro mecânico! Ah! Afinal, onde foi parar Miriam Cordeiro?
Algo inédito na minha sala. Com o término do filme, metade do público não levantou um dedo e continuou sentado lendo os créditos. Talvez esperando o próprio nome aparecer. Era quase meia noite e não queriam sair da sala. Devem ter voltado no dia seguinte para rever. Pessoal baba ovo!
O diretor do filme, Fábio Barreto, no momento internado, disse que fez o filme por dinheiro. Qual é o limite dessa ganância? Eu acredito nele. Pouco importa para ele (e para muitos outros) se o dinheiro foi ganho de forma desonesta, ilegal ou injusta. A gente viu quantas empresas patrocinaram Lula, o filho do Brasil. Confira aqui o porquê do patrocínio. Também preocupadas com o dinheiro que vai retornar. Cadê o pessoal para recusar o trabalho? Não quero atuar na trama, senhor. Em 2010, tem eleição e isso não é legal. Ainda tem o baixo preço dos ingressos para sindicatos. Essa epidemia atingirá facilmente toda a população do Brasil. Boa parte da população não tomou a vacina contra esse mal. Amigos, dona Dilma vem aí e não é segredo que Lula é o padrinho. Torçam para os anticorpos combaterem o antígeno. Novamente, a moral da história é: se todos pensassem mais na Nação e menos no próprio umbigo, teríamos um país melhor.
Gravado: Segunda-feira, 11 de janeiro, 00h10
Revisado e escrito: Sábado, 16 de janeiro, 00h47
quinta-feira, janeiro 14, 2010
quarta-feira, janeiro 06, 2010
O mistério que assombra o Croquis
O Agamenon tem 7 leitores e meio. Eu tenho um único leitor. Na verdade, era para eu não ter leitor algum. Só que, em maio, um espertalhão (ou uma espertalhona) resolveu googar o meu nome. Encontrou o Croquis de la Vida e, desde aquela época, não pára de acessar o meu blog. Isso seria muito legal. Se não fosse pelo simples detalhe de eu não saber quem é o/a meu/minha leitor/leitora. Já escrevi aqui que eu acompanho todos os passos de quem entra no Croquis. Isto é, eu faço relatórios com a ajuda de um site. Em novembro do ano passado, o/a meu/minha querido/querida leitor/leitora não apareceu. Confesso que fiquei triste. Porém foram tantos os acessos em dezembro que eu fico até preocupada. Ainda mais quando VOCÊ cisma com um dos meus textos! E aí? Esse mistério todo vai continuar em 2010?
Se decidir tirar a máscara, mande e-mail para agcc92@gmail.com
Se decidir tirar a máscara, mande e-mail para agcc92@gmail.com
terça-feira, janeiro 05, 2010
Sou mucho pimp!
Só o meu nome no jornal para me fazer levantar às 9hrs, depois de ter ido dormir às 4h30 achando que tinham baratas na minha cama.
Argh! Irc! Urgh!

Num quarto, sem ar condicionado, o mais normal é deixar a janela aberta. Agora, quando você percebe que, junto da brisa, pode vir baratas, você logo muda de ideia e prefere o suor do verão.
A minha pacata noite, atrás da tela do laptop, foi interrompida por um inseto. Na minha singela opinião, muito mais do que um inseto. Eu estava deitada no lençol branco do meu sofá-cama, quando, de repente, eu vejo algo preto andando velozmente ao meu lado. Imediatamente, pulo da cama e dou um berro. E confirmo: é uma barata! Daquelas cascudas, com antenas de 10 centímetros - de dar medo. Minha avó logo acorda. Quer saber o que está acontecendo às 12h30am desta terça, 05. Uma palavra resume tudo: BARATA!!! Em questão de segundos, estamos armadas. Eu com o baygon. Vovó com baygon e vassoura. A maldita entrou debaixo do sofá-cama. Enquanto vovó optou pela estratégia de spraiar até a cascuda morrer, eu puxo e empurro o sofá-cama para, enfim, atacá-la. Numa hora, a safada sai. Vovó me avisa:
A minha pacata noite, atrás da tela do laptop, foi interrompida por um inseto. Na minha singela opinião, muito mais do que um inseto. Eu estava deitada no lençol branco do meu sofá-cama, quando, de repente, eu vejo algo preto andando velozmente ao meu lado. Imediatamente, pulo da cama e dou um berro. E confirmo: é uma barata! Daquelas cascudas, com antenas de 10 centímetros - de dar medo. Minha avó logo acorda. Quer saber o que está acontecendo às 12h30am desta terça, 05. Uma palavra resume tudo: BARATA!!! Em questão de segundos, estamos armadas. Eu com o baygon. Vovó com baygon e vassoura. A maldita entrou debaixo do sofá-cama. Enquanto vovó optou pela estratégia de spraiar até a cascuda morrer, eu puxo e empurro o sofá-cama para, enfim, atacá-la. Numa hora, a safada sai. Vovó me avisa:
"Cuidado! Vem pra cá!"
Eu, sem óculos e meio desligada, tento seguir as orientações de minha avó. A danada fugia de mim, quando vovó assumiu, por definitivo, as rédeas da situação. Matou a danada e eu fiquei encarregada de jogá-la na privada. Para me certificar de que ela foi embora de vez, eu dei 4 descargas. Lá em casa, quem faz o papel do “homem” é minha irmã. Mamãe e eu fazemos o da “mulherzinha” com os gritinhos. Acho que fiz o papel da “mulherzinha” de novo.
Nunca que eu imaginei ver uma barata na minha cama. Realmente não dá para dormir mais naquele quarto. Não digo isso por causa do cheiro, mas, cara, uma barata na minha cama! Imagina quantas podem ter passado enquanto eu estava dormindo. Quer dizer, se eu tivesse dormindo, eu nunca saberia. E eu preferiria nunca saber disso.
Certo dia, encontrei uma barata na minha escova de dente. Mal consegui olhar. Puta que pariu! Aquela cena, apesar da barata não ser grande, me marcou. UMA—BA-RA-TA—NA—MI-NHA—ES-CO-VA—DE—DEN-TE! Imagina se eu não tivesse visto isso e tivesse escovado o meu dente com aquela escola. E quem disse que eu não vi? Eu vi naquele dia. Com certeza isso aconteceu noutros dias também! Moral da história: eu escovei os meus dentes com uma escova que tinha resíduos de bosta e tudo aquilo que fica no esgoto. Cacete! Naquele dia, eu ignorei a barata. Aquilo foi muito forte para os meus olhos, tive de me retirar. Mais tarde, sem a barata em vista, joguei a escova fora.
Sabe, deviam mudar aquele adesivo que fica no lado de fora dos ônibus. Na verdade não são só os motoristas e os cobradores que andam de ônibus gratuitamente. As baratas também andam. Creio que ela seja a primeira a chegar. Embarque na garagem e, às vezes, nem há um desembarque.
Sempre vejo baratas nos ônibus públicos do Rio. Em todas as companhias nas quais andei, já as encontrei. Sempre ela num canto e eu noutro. A única situação que fugiu dos limites aconteceu quando fiquei paranóica, achando que tinha uma nas minhas pernas, braços, cofrinho, mochila... A sensação de achar que uma barata pode estar andando no meu corpo ou nas minhas coisas é péssima. Saí e fui andando.
Eu, sem óculos e meio desligada, tento seguir as orientações de minha avó. A danada fugia de mim, quando vovó assumiu, por definitivo, as rédeas da situação. Matou a danada e eu fiquei encarregada de jogá-la na privada. Para me certificar de que ela foi embora de vez, eu dei 4 descargas. Lá em casa, quem faz o papel do “homem” é minha irmã. Mamãe e eu fazemos o da “mulherzinha” com os gritinhos. Acho que fiz o papel da “mulherzinha” de novo.
Nunca que eu imaginei ver uma barata na minha cama. Realmente não dá para dormir mais naquele quarto. Não digo isso por causa do cheiro, mas, cara, uma barata na minha cama! Imagina quantas podem ter passado enquanto eu estava dormindo. Quer dizer, se eu tivesse dormindo, eu nunca saberia. E eu preferiria nunca saber disso.
Certo dia, encontrei uma barata na minha escova de dente. Mal consegui olhar. Puta que pariu! Aquela cena, apesar da barata não ser grande, me marcou. UMA—BA-RA-TA—NA—MI-NHA—ES-CO-VA—DE—DEN-TE! Imagina se eu não tivesse visto isso e tivesse escovado o meu dente com aquela escola. E quem disse que eu não vi? Eu vi naquele dia. Com certeza isso aconteceu noutros dias também! Moral da história: eu escovei os meus dentes com uma escova que tinha resíduos de bosta e tudo aquilo que fica no esgoto. Cacete! Naquele dia, eu ignorei a barata. Aquilo foi muito forte para os meus olhos, tive de me retirar. Mais tarde, sem a barata em vista, joguei a escova fora.
Sabe, deviam mudar aquele adesivo que fica no lado de fora dos ônibus. Na verdade não são só os motoristas e os cobradores que andam de ônibus gratuitamente. As baratas também andam. Creio que ela seja a primeira a chegar. Embarque na garagem e, às vezes, nem há um desembarque.
Sempre vejo baratas nos ônibus públicos do Rio. Em todas as companhias nas quais andei, já as encontrei. Sempre ela num canto e eu noutro. A única situação que fugiu dos limites aconteceu quando fiquei paranóica, achando que tinha uma nas minhas pernas, braços, cofrinho, mochila... A sensação de achar que uma barata pode estar andando no meu corpo ou nas minhas coisas é péssima. Saí e fui andando.
Depois dessa última, eu espero que elas demorem bastante tempo para aparecer. Argh, bicho nojento!
terça-feira, dezembro 29, 2009
Último post de 2009
Tenho tido cada ideia maravilhosa para post, mas não tenho tido saco de digitar. Fico mais no Iphone ligado no Wi-Fi. Quando eu voltar, certamente escreverei. Fique com o vídeo abaixo:
Boas festas!
Boas festas!
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Mais do que uma "lembrancinha"
Hoje, de madrugada, recebi uma notícia ruim. Ou melhor, notei um fato negativo. O meu ex-professor é um desequilibrado. Também hoje, ganhei meu dia! Vou receber um livro das meninas do 7x7 de Época - blog que frequento desde maio. Muito legal! Eu nem precisei me inscrever dessa vez (ganhei promoção do Bombom na Web um mês atrás). Em breve, eu terei um livro assinado pela Martha, Ruth, Marcela, Isabel, Letícia, Kátia e Mariana. Mal posso esperar.:)
domingo, dezembro 20, 2009
I heart NY
Eu tirei esta foto hoje. E essa mão defeituosa não é minha! Assisti "Nova York, Eu Te Amo". Antes de entrar na sala e devorar a pipoca, eu já estava intrigada. Por que "Nova York" e não "Nova Iorque" ou "New York"? A frase em cima do coração diz "Nesta Cidade. Todos Tem a Sua História de Amor". Pensava que, quando fosse plural, o "tem" levava acento vovô. Daí, eu pensei será que é por que é um subtítulo? Perguntei ao meu sábio pai. Ele replicou "Está escrito certo. Na minha nova ortografia, nada leva acento." Fico mais frustrada ainda com essas "classificações". Se é para ter alguma, que avaliem certo. Coloquem uma adolescente de 14 anos na sala e verão que a faixa etária é outra.quinta-feira, dezembro 17, 2009
A importância da velocidade da informação
- Gabi, você vai querer ler o JORNAL DO BRASIL de hoje?
- Não, vovó. Eu já li O GLOBO de anteontem.
- Não, vovó. Eu já li O GLOBO de anteontem.
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Exalte a sua paixão pela pátria
Quem não tem um amigo que sonha em viver nos Estados Unidos? Itália? França? Isso é mais comum do que você pode imaginar. Miley Cyrus’ e Brad Pitts’ encantam jovens do mundo inteiro. Jovens esses que, muitas vezes, deixam de amar o seu país e só pensam em emigrar. Fazer carreira em Hollywood ou, simplesmente, viver num país desenvolvido. Acho que todos devem seguir o coração, mas a imagem que eles têm pode ser uma mera ilusão.
Domingo passado, assisti o filme Embarque Imediato. Wagner, interpretado pelo Jonathan Haagensen, é um brasileiro humilde de 22 anos que luta para conseguir ir aos Estados Unidos da América. Encantada com o garoto, Justina (Marília Pêra), ex-cantora cinquentona de NYC – onde vivia ilegalmente, realiza o sonho de Wagner. Durante a trama, o jovem frisava que quando chegasse às terras norte-americanas sua vida mudaria. Na novela América, exibida em 2005, Sol (Deborah Secco) era atraída pelo sonho americano e depois lutava pelo Greencard. Quem não se lembra da Sol agarrada com a miniatura da estátua da liberdade?
Eu acho o amor pela pátria essencial. Deveria crescer com o cidadão brasileiro. Existe coisa melhor do que estufar o peito e cantar o Hino Nacional? Ter orgulho de ser brasileiro sem ser ano de Copa do Mundo! O Brasil pode ter vários problemas. E esse é mais um motivo de levantar a cabeça e seguir em frente.
Dizem que querem roubar a Amazônia do Brasil. Isso não me surpreende. Os brasileiros não dão valor suficiente ao que têm. Estava procurando o vídeo adequado para este post. E adivinha de quem eram os comentário no YouTube? Dos estrangeiros, é claro. Se todos pensassem mais na Nação e menos no próprio umbigo, teríamos um país melhor.
Acabei encontrando uma animação, acompanhada da música Aquarela do Toquinho, muito bem feita. As aulas de música fazem falta. Aquarela, Minha Canção, A Banda...
Domingo passado, assisti o filme Embarque Imediato. Wagner, interpretado pelo Jonathan Haagensen, é um brasileiro humilde de 22 anos que luta para conseguir ir aos Estados Unidos da América. Encantada com o garoto, Justina (Marília Pêra), ex-cantora cinquentona de NYC – onde vivia ilegalmente, realiza o sonho de Wagner. Durante a trama, o jovem frisava que quando chegasse às terras norte-americanas sua vida mudaria. Na novela América, exibida em 2005, Sol (Deborah Secco) era atraída pelo sonho americano e depois lutava pelo Greencard. Quem não se lembra da Sol agarrada com a miniatura da estátua da liberdade?
Eu acho o amor pela pátria essencial. Deveria crescer com o cidadão brasileiro. Existe coisa melhor do que estufar o peito e cantar o Hino Nacional? Ter orgulho de ser brasileiro sem ser ano de Copa do Mundo! O Brasil pode ter vários problemas. E esse é mais um motivo de levantar a cabeça e seguir em frente.
Dizem que querem roubar a Amazônia do Brasil. Isso não me surpreende. Os brasileiros não dão valor suficiente ao que têm. Estava procurando o vídeo adequado para este post. E adivinha de quem eram os comentário no YouTube? Dos estrangeiros, é claro. Se todos pensassem mais na Nação e menos no próprio umbigo, teríamos um país melhor.
Acabei encontrando uma animação, acompanhada da música Aquarela do Toquinho, muito bem feita. As aulas de música fazem falta. Aquarela, Minha Canção, A Banda...
sábado, dezembro 12, 2009
domingo, dezembro 06, 2009
Pega no flagra no vestibular
Hoje, dia 6 de dezembro, eu fiz a segunda etapa do Enem. Em junho fiz a prova da UERJ; em outubro, PUC. Diferentemente da maioria dos inscritos, a minha maior preocupação nesses 5 dias de prova não foi o conteúdo. Afinal estou no 2o ano! Queria treinar - considero errar uma maneira mais fácil de aprender - e saber como eu me comportaria em dias decisivos. No final, acabei juntando mais informações sobre o vestibular das quais eu não tinha conhecimento. A mais surpreendente: a facilidade de colar. Em segundo lugar: os erros de português no quadro.O que fazer para ter a sua prova retirada no vestibular? Nesses 2 vestibulares e 1 Enem de que eu participei, eu já ouvi celulares e gente espiando a prova antes da hora. Porém nunca vi alguém sendo punido. Só verbalmente - que foi o que aconteceu com um senhora, neste domingo, quando ela espiava a prova antes da hora.
A mulher só a advertiu "Não pode abrir a prova antes de uma 1 hora, hein". Pelo menos isso, porque na PUC nada fazem enquanto metade da turma começa a ler a prova 10 minutos antes do permitido. No segundo dia de prova da PUC, aconteceu o inevitável. Após as inspetoras da sala ignorarem o fato. Uma mulher, superior às que ficam na sala, notou o adiantamento da menina, ao por acaso entrar na sala, e falou "Você está olhando a prova? Elas não disseram que não pode?" Depois de duas perguntas em alto tom, a menina fechou a prova e não deu um pio. A meu ver, o vestibular da UERJ foi o mais organizado. Caso você levasse celular e outros eletrônicos, eles ficariam lacrados com a inspetora - junto à identidade. As duas fotinhas deste post foram tiradas no meu fim-de-semana.
Fiquei mais marcada com o texto escrito no quadro quando fiz PUC. Quando eu e minha amiga estávamos na fila, logo notei a falta de acentos nas palavras - ou o lugar errado deles. "termino" (em vez de término), "inicío" (em vez de início), entre outros. Sábado não foi muito diferente. Tentei registrar com o meu Iphone o erro de concordância, mas acabei cortando a palavra mais importante. Aquela frase não sai da minha cabeça "Os três ultimos (sic) alunos sairá (sic) juntos [...]". Levei uma facada antes de começar o exame.
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Clique aqui para ler o texto de mais uma vítima do Enem.
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Clique aqui para ler o texto de mais uma vítima do Enem.
quarta-feira, novembro 25, 2009
Quase imperceptível
Dizem que a ministra Dilma, ao percorrer o Brasil, já está fazendo campanha para a eleição presidencial de 2010. No PSDB ainda ronda a dúvida do candidato escolhido para concorrer. Aécio ou Serra? O segundo, que de bobo não tem nada, resolveu se adiantar, pelo menos aqui no Rio. O governador de São Paulo espalhou pela zona sul da cidade sua imagem. Atenção! A estratégia de marketing do tucano é bem mais disfarçada da de Dilma Rousseff. Note que está escrito 49a feira da providência e, ao contrário da ministra da casa civil, não vem acompanhado do presidente, mas de uma criança. Confira a foto tirada de um dos vários postes com a propaganda pendurada:
segunda-feira, novembro 23, 2009
A bondade das crianças

Nesta semana, eu vi com os próprios meus olhos (pleonasmo) o que era suspeito. O coração das crianças é, incomparavelmente, mais bondoso do que o nosso. Quando o nosso é bondoso, não é mesmo? Durante a aula de esporte, uma menina, cerca de 5 anos, fez questão de pegar a peteca do badminton que estava no chão. E ela não parou. Minha amiga e eu ficamos encantadas com a atitude da pequena menina de dedicar os minutos restantes do recreio para ajudar o andamento do jogo. A menina ficava tão feliz quando a peteca ia parar no chão, que ela corria para pegá-la. Agradecíamos e continuávamos o jogo. E lá estava a menina sentadinha esperando a peteca cair novamente. A menina encantava à minha amiga e a mim com seus gestos bondosos.
O sinal tocou e minha amiga comentou: “A família dela deve evangélica ou alguma coisa assim. Ela é muito boazinha”
Eu repliquei: “Acho que não. As crianças são mais gentis mesmo. Antes dela chegar, três menininhos também pegaram a peteca para mim.”
Minha amiga: “Pois é. E, depois, as pessoas mudam tanto.”
Isso me fez voltar ao tempo. Às vezes, rolava um frescobol na areia, e minha irmã e eu, quando não jogávamos, corríamos atrás da bola para dar continuidade ao jogo. Mamãe e o adversário ficavam felizes, afinal estavam poupando suas colunas.
Naquele dia de aula de esporte, Madonna disse às 36 crianças do projeto social Energia Olímpica que se reuniram com ela “Sejam gentis e boas pessoas”.
Eu digo, a TODOS, por favor sejam gentis e boas pessoas.
Texto escrito há 2 semanas.
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