quarta-feira, julho 22, 2009
Bloco de papel e caneta na mão
O perfil dos jornalistas
Aos 14 anos, eu percebi que seguiria a carreira de jornalista. Mas afinal que tipo de pessoa os jornalistas são? Uma das perguntas mais persistentes, já que um dia eu serei um deles. Eu terei a mesma rotina que eles têm e provavelmente terei um perfil similar ao deles – já que eu conviverei boa parte dos meus dias com eles. Assim como os políticos e os advogados, a maioria dos jornalistas não é bem vista pela sociedade. Um exemplo de responsável por essa imagem é o Perez Hilton - uma pessoa que eu não gostaria de ser, conhecer ou aturar. Hilton é um blogueiro – mas também podemos chamá-lo de repórter independente, já que só há uma diferença: o lugar da onde o dinheiro vem. Se fosse só isso, não teria problema... M. A. Lavandeira Jr. conquistou a fama julgando as celebridades sem sequer conhecê-las sendo muitas vezes desrespeitoso, preocupando-se somente com o seu umbigo.
Num certo domingo em que eu assistia uma competição de salto de cavalo, cerca de três casais barulhentos estavam reunidos perto das cadeiras em que eu e minha avó estávamos sentadas. Era indispensável observar os casais. Eram mal educados, feios, falavam alto, bebiam muito, enquanto as pessoas ao redor tentavam aprestar atenção nos saltos. Para você ter uma noção: foi necessário que a juíza pedisse no microfone para que o grupo se acalmasse. A única pergunta que não saía da minha cabeça era: o que será que essas pessoas fazem da vida? Pareciam classe média, logo comecei a achar que eles eram jornalistas. Aquela hipótese começou a me atormentar. De repente uma das mulheres, já alterada, pergunta ao marido:
“Mas você não é jornalista? repórter? sei lá o que”
Naquele momento, eu desabei. Por mais que aquele fosse um momento de descontração é inevitável pensar que eu teria que encontrar com aquele tipo de pessoa na redação ou até que eu poderia me tornar uma deles!
Uma experiência mais recente e menos apavorante aconteceu numa palestra na escola. O ex-aluno da EAC formado em jornalismo era mal educado (celular tocou duas vezes e mesmo assim ficou mexendo no celular), não conseguia se expressar verbalmente direito (gaguejava e outros) e o mais importante: ELE TRABALHA NA EMPRESA QUE EU SONHO EM TRABALHAR. Já foi dito acima que os advogados também têm a sua imagem prejudicada, diferentemente do jornalista, o ex-aluno advogado – também formado em engenharia mecânica, era boa pinta, falava muito bem (cômico e espontâneo), apesar de ter até se levantado para falar, não o considerei educado por ter extrapolado no tempo. Por mais que eu tenha esbarrado em jornalistas, cujos perfis não me agradam, prefiro pensar que eles são minoria. De qualquer forma já conheço um lugar onde não há esse tipo de gente e lá eu sei que estarei salva.
sábado, julho 11, 2009
80% do texto é mentira
domingo, julho 05, 2009
Google Chrome
| Data | Hora | De | Para | Mensagem |
|---|
| 10/03/2009 | 20:13:08 | EAC- Inside | girl | Deve ser o Google Chrome | ||||
| 10/03/2009 | 20:13:24 | girl | EAC- Inside | muuuuito estranho. | ||||
| 10/03/2009 | 20:14:26 | girl | EAC- Inside | muito estranho mesmo. o que a pagina diz/ | ||||
| 10/03/2009 | 20:14:56 | EAC- Inside | girl | Erro de página. Diz que não existe ou eu digitei errado. |
Será que esse tal de Chrome é bom? Quantas pessoas o usam?
De carne e osso à tela do computador
Ainda lembro bem do dia que um dos vários ministros anunciou que o Governo Federal iria cobrir todas as cidades brasileiras com internet de alta velocidade num prazo menor do que três anos, ou seja, até 2010 - fim do mandato do Lula. Com exceção da repercussão da medida sobre os ativos da Telebrás na Bolsa de Valores, eu nunca mais encontrei informações sobre o projeto de três bilhões de reais. Eis que na última sexta-feira de Junho, 26, surge uma notícia:
“Internet grátis e sem fio chega a Ipanema e Leblon”.Outros bairros e alguns municípios também estão no plano do projeto, segundo a reportagem do G1. Parece que é um projeto dentro de outro projeto; porque no projeto estadual serão xis, ipiçilon e dablio cidades e no projeto federal serão TODAS as cidades do Brasil. Ou aqueles bilhões já caíram no esquecimento? Apesar da lentidão política é possível afirmar que o número de internautas é crescente e que o acesso à internet reflete no comportamento da sociedade.
Uma pesquisa recente, divulgada pelo Ministério da Saúde, indica que 7,3% dos brasileiros já tiveram relações sexuais com parceiro conhecido via internet. A estatística é preocupante; as pessoas estão trocando as boates e os amigos por salas de bate-papo e redes de amigos. Só hoje, eu li no Yahoo Respostas o mesmo tipo pergunta feita por três pessoas diferentes:
“Conheci um rapaz pela net e ele quer se encontrar comigo! O que eu faço?”A televisão é outra que está sempre mostrando casais que se apaixonaram pela internet, se encontraram, casaram e estão felizes até hoje. Uma espécie de conto de fadas para qualquer solteirona à beira dos 30.
Infelizmente, o desespero junto a preguiça de sair da zona de conforto faz as pessoas esquecerem a realidade. E que o engenheiro moreno de 1,8m das conversas pode ser um aposentado de careca brilhante. O que seria um alívio quando comparado a um seqüestro planejado pelo seu ex-paquerador. Mesmo acontecendo todas essas barbaridades, certos internautas insistem no negócio, então restam os conselhos: avisar uma amiga, encontrá-lo num estabelecimento movimentado, levar celular e outros.
Além dos encontros, os pedidos de desculpa e as DRs (discussões da relação) também deixaram o “ao vivo” e tornaram-se “virtuais”. Não tem mais aquela história de chegar para a pessoa, pedir desculpa, se chamar de idiota, dar um abraço e voltar a serem amigos. Ou dizer ao parceiro o que lhe incomoda. Agora é tudo tecnológico. Brigou com a amiga? Poupe emoções! Mande um depoimento que estará tudo resolvido. Brigou com a namorada? Nada de encontrá-la para discutir a relação. Mande um e-mail que ela responde. A tecnologia está aí para facilitar a vida, mesmo. Mas há exageros e esses são um deles. Não há nada melhor do que falar a verdade na cara das pessoas. Chorar, se abraçar, rir, começar do zero com a pessoa amada. Em processos como esses, a internet por ser um meio, que comunica principalmente através da escrita, atrapalha e o pior, não deixa você ver as reações do outro. Sou a favor do mundo inteiro conectado pela internet, mas não do abusivo desta.
segunda-feira, junho 29, 2009
Os melhores de 2009
1. Quantos lenços enxugam lágrimas de um coração partido? - Janeiro 03, 2009
2. Rede de conexão by iNETficaz - Janeiro 09, 2009
3. Tentações dos Domingos - Janeiro 11, 2009
4. A mais exaustiva rotina - Janeiro 27, 2009
5. Quando você sente a mordida no seu bolso - Janeiro 28, 2009
6. O sonho impermeável - Janeiro 31, 2009
7. A vizinhança mal-assombrada - Fevereiro 11, 2009
8. Chefão muda grade novamente - Março 03, 2009
9. Nada impermeável - Março 07, 2009
10. "I wanted a change, and I'm not scared of change at all." -Fergie - Março 27, 2009
11. Proporcional ou NÃO? - Abril 01, 2009
12. A derrapada de Falabella - Abril 27, 2009
13. A volta daqueles que já foram - Maio 06, 2009
14. A inútil aula de alemão - Maio 30, 2009
15. Quantos quilos terá Paes em 2012? - Maio 31, 2009
16. No papel, na tela, onde você quiser estar - Junho 12, 2009
17. Tendência: o uso abusivo da tecnologia - Junho 24, 2009
quarta-feira, junho 24, 2009
Tendência: o uso abusivo da tecnologia
Armando Falcão, ex-ministro, em trecho de Geisel do tenente ao presidente
Eu não tenho problema em jogar as coisas fora. Porém no meu quarto, eu tenho um armário onde eu guardo todas as revistas, os jornais, os trabalhos escolares que levaram alguma influência à minha vida. Eu os guardo com o intuito de rever mais tarde e mostrar aos meus filhos e netos.
"Esse jornal foi publicado na crise de 2008. Esta revista aqui eu acompanhei de pertinho no meu primeiro estágio. Já esta foi a minha primeira aparição na mídia."Será que sou só eu? Ou as famílias tradicionais só guardam álbuns de fotos? Quando perguntei à minha avó sobre alguma reportagem que tenha a impactado a ponto dela guardá-la, ela diz que com a mudança livrou-se das antiguarias. Aproveitando a oportunidade, faço a mesma pergunta para o namorado de minha avó. As páginas do caderno de esporte do jornal, em que este havia aparecido, já haviam sido jogadas fora. Duas tentativas e eu continuava na estaca zero. Eu ainda não tinha perguntado ao meu tradicional parceiro de conversas, quando depois de uma faxina nos livros, mamãe encontra um álbum acima das minha expectativas. Não me refiro a fotos coladas em folhas de papel e sim, ao álbum dos presidentes publicado pelo JB no centenário da República, mais especificamente em 15 de Novembro de 1989. Não é lá tão velho, mas traz reportagens antigas publicadas desde a fundação do Jornal do Brasil a resumos dos governos de Deodoro a Sarney. Eu não poderia estar mais feliz; conteúdo político, sobre a atual matéria de história e o melhor: recheado de reportagens! As pessoas nos surpreendem, por mais que eu não tenha comentado que eu procurava algo importante que tenha acontecido do passado com a minha mãe, esta me pergunta:
"Isso aqui é de política. Interessa? Ou posso jogar fora?"
Esses acontecimentos nos fazem refletir a importância da mídia impressa. Assim como Falcão disse o rádio e a televisão não fazem constância, não produzem memória. Por mais que nós conseguimos nos informar através da internet, televisão ou rádio; isso não é suficiente, pois a informação logo cairá no esquecimento. E no futuro quando você quiser lembrar de algum momento ou até mesmo quando for perguntada pelos seus netos, você quase não terá lembranças e muito menos fatos concretos como prova dos acontecimentos.
sexta-feira, junho 12, 2009
No papel, na tela, onde você quiser estar
A minha recordação antiga mais relevante é de 2003. Quando eu cursava a 4ª série e a professora de português, Marília, abriu um espaço de suas aulas para quem quisesse trazer reportagens e apresentá-las. Os meus pais já eram separados e a minha mãe não sequer assinava um jornal ou revista. Ao contar a novidade em casa, a minha avó materna logo se ofereceu a doar o Jornal do Brasil assim que lido por ela. A partir daquele momento não sobrou espaço vazio no mural na minha turma. Aqueles jornais velhos já faziam parte da minha rotina; eu lia, escolhia a reportagem, levava para a escola e informava a turma. Além de ter gostado do contato com o jornal, eu tinha um interesse maior por trás daquilo tudo: melhorar a minha nota complementar. Em 2003, eu tive um dos piores rendimentos da minha vida acadêmica. Outra maneira que eu investi para melhorar a minha nota complementar foi: alugar vários livros da biblioteca de sala. Eu nunca me interessei por livros. Essa é uma frase dificilmente dita por jornalistas ou qualquer um que atue no campo de comunicação. Mas ainda tenho esperanças que um dia poderei mergulhar em um mar de livros. Então eu arrumei um modo de burlar a biblioteca da sala, já que eu seria obrigada a ler X livros por mês e a minha nota complementar não era das melhores. Toda semana, eu alugava cerca de 3 livros e às vezes no mesmo dia, eu os devolvia. Eu simplesmente não os lia e no campo da resenha da folha – que deveria ser preenchida sobre o livro –, eu copiava o texto que aparece atrás do livro. Dessa forma, eu fui reconhecida como a maior leitora da sala – ganhando um livro da professora e...... não sei se teve alguma influência, mas eu passei de ano.
Eu só fui ter um contato tão forte com outro meio de comunicação no final de 2004. Quando, finalmente, os meus pais cederam e eu e minha irmã conseguimos uma televisão para cada um dos quartos. Era uma grande vitória poder escolher entre Globo, SBT, Record e o melhor: quando a gente bem entendesse. Eu optava na maioria das vezes pela Rede Globo e assistia qualquer coisa que passasse. Quem conhece sabe que a emissora exibi os mais variados telejornais, o que fez com que a minha necessidade de estar sempre bem informada aumentasse cada vez mais.
Meados de 2007, minha mãe – que se recusava a pagar mais dois pontos adicionais para a NET – cede novamente. Com quase uma centena de canais disponíveis, eu me interesso especialmente por um. Nada mais, nada menos do que o canal conhecido por informar os telespectadores em tempo real. A Globo News passa a ser a minha maior fonte de informação. E através desta, eu conheço o mundo das especulações. O meu interesse pelo mercado financeiro não fica só na telinha. A minha frequência quanto às conversas com o meu pai, à leitura do jornal e ao uso da internet como meio de informação cresce. Logo que entregue, o jornal OGLOBO segue em uma viagem rumo à escola, a globo.com não é mais suficiente e as conversas não ficam mais entre eu e papai. Pela primeira vez, os três meios de comunicação mais conhecidos estão incluídos no meu dia-a-dia. Esteve tão claro desde os meus 10 anos. Eu seria uma idiota se não seguisse a carreira de jornalista.
domingo, maio 31, 2009
Quantos quilos terá Paes em 2012?

Felizmente eu sou uma exceção. Sou do sexo feminino e adolescente, mesmo assim sou jovenzinha muito engajada com a política. O grande culpado é o meu pai. Sempre conversamos e parte dos meus interesses veio por influência dele. Ainda me recordo da eleição de 2002. Acredite, eu assistia ao horário político e gostava daquela farra toda. Na escola, a professora de português da época, Fernanda, sempre falava do Lula e em casa, eu ouvia sobre o Serra. Obviamente eu torci pelo José Serra e não fiquei quieta. Tomei coragem e enviei um SMS para a professora, escrito “Brasil para frente, Serra presidente”. Em 2006, aos 14 anos, eu pedi material de campanha do Geraldo Alckmin pela internet e sai espalhando-o pela escola. Todos queriam adesivos para colar no escaninho, pôster para incrementar um bigodezinho aqui, um laço ali. E os alunos sempre com aquela pergunta clássica:
“Professor, você vai votar em quem?”Aquilo não era só reflexo das conversas com o meu pai, dos noticiários da televisão. Aquela fervura ao passar do segundo semestre já havia se tornado um hábito. Minha mãe - que nunca gostou de política - não votava mais! Eu decidia os votos e ia à urna com ela apertar nos números decorados. Não podia ser diferente. Em abril de 2008, com meros 15 anos eu liguei para o TRE (Tribunal Regional Eleitoral), após descobrir o endereço carreguei a minha mãe para finalmente receber o meu título de eleitor. Eu só votaria em outubro e aquela fervura já tomava conta do meu corpo. Pedi material de campanha do Gabeira, estudei cada candidato, conversei sobre política, andei na praia para ver mais campanhas eleitorais, assisti a todas as entrevistas,... Eu estava cada vez mais decidida de que iria gabeirar e que aquela era a melhor decisão para o Rio. Eu já conhecia o Eduardo Paes de eleições anteriores e não tinha uma má ideia deste. Porém após diversas entrevistas, eu temia cada vez mais o monstro em que o ex-tucano poderia ter se tornado. Fora os argumentos usados pelo Paes sobre a relação Gabeira-Maia, a amizade com o governador Sergio Cabral, aquela sobrancelha levantada me dava calafrios – estilo Dick Vigarista (ver foto). Naqueles meses, eu pensei que caso o Paes fosse eleito, nós entraríamos em mais alguns anos de desgoverno. Dia 5 e dia 26 de outubro, eu vesti a minha blusa verde e realizei um desejo de 6 anos. Votei com consciência limpa. Passei o resto do dia colada na televisão, esperando o tal resultado. O resultado é divulgado, e lágrimas saem dos meus olhos. Paes é eleito o novo prefeito do Rio. Indignada, vesti a mesma camisa no dia seguinte e não resisti ao choro no banheiro da escola. Eu não tinha mais esperanças. Porém logo no início do governo Paes, eu já sou surpreendida. Paes parece realmente querer cumprir cada um das suas 1001 promessas. Mesmo assim, acreditava que aquilo seria marketing e que nas semanas seguintes, o Rio voltaria àquele abandono. Hoje, início de junho, eu confesso que o Paes está acima das minhas expectativas e que o Gabeira não faria melhor. Apesar de ter errado quanto ao perfil do candidato, orgulho-me de ter me engajado na campanha, o que mostra que eu realmente me importo com o futuro não só do Rio, mas com o futuro do mundo.
sábado, maio 30, 2009
A inútil aula de alemão
Aprendo sobre orgia,
Por isso preciso de terapia,
Peguei a minha tia,
Em plena luz do dia,
Fazendo xixi na pia,
E praticando bulimia.
Física
Estudo física,
Ouvindo música biblíca,
Comunico-me através de mímica,
Às vezes dá uma zica,
Aí pego uma pica,
Minha vida é uma poesia lírica.
Matemática
Sou problemática,
Mas não sou antipática,
Toco música aquática,
Ponho as coisas em prática,
Essa é a minha tática,
Tudo isso porque sou a matemática,
Uma menina dramática.
Alemão
Sempre tem um bobão,
Querendo dar de machão,
Lá debaixo do colchão,
Fudendo com um negão,
Alguns preferem dizer não,
Em vez de tirar uma conclusão,
Que isso! Não dá não,
Quem supera é o Alemão,
Que ganhou o paredão,
E agora tá com um milhão,
Tirando onda de gostosão.
sexta-feira, maio 22, 2009
exaustão + distração = repercussão

Dizem que Deus perdoa quase tudo. Mas quando se trata de sexta-feira à noite, qualquer um deveria perdoar. Graças a um pequeno deslize, algum funcionário do GLOBO colocou no ar na página principal duas vezes a mesma notícia e pelo incrível que pareça, lado-a-lado. Não gerou grandes repercussões, só algumas gargalhadas e o interesse pela reportagem.
quarta-feira, maio 06, 2009
A volta daqueles que já foram

Após um ano do escândalo dos travestis, Ronaldo voltou com tudo às páginas dos jornais e noticiários da televisão. Dessa vez, o fenômeno não precisou se explicar ou negar a sua orientação sexual, muito pelo contrário foram tantos os elogios que o jogador chegou a ficar vermelho.
“Ronaldo está magro. Ronaldo é a salvação do Corinthians. Ronaldo fez gols lindos.”O que está acontecendo é um exagero dos meios de comunicação. Claro, Ronaldo tem carisma e é idolatrado pela população brasileira. Porém lamento informar, mas essa não é a grande volta do maior artilheiro da história das Copas do Mundo. Ronaldo e seu topete já tiveram a sua época, agora com 3.2 é difícil voltar ao pique de 7 anos atrás. A mídia fez o justo, deu espaço ao Ronaldo que é visto como exemplo de sucesso e superação a muitos fãs. Infelizmente, deixaram passar do ponto e vem aquele “Ronaldo vai para a seleção?”. O cara voltou a marcar há pouquíssimo tempo e torcedores já querem vê-lo escalado. Realmente, só se for para entrar nos minutos finais do segundo tempo e ficar esperando a bola junto ao goleiro do time adversário. E a obrigação dele é sim fazer vários gols, do mesmo jeito que os Juans da vida precisam ajudar o goleiro na defesa. Essa contratação do Corinthians me soa mais como uma estratégia de marketing do que interesse no desempenho do jogador em campo. Tática que foi muito bem sucedida, porque não faltaram imagens do Ronaldão vestido de Corinthians carregando a Nike e a Medial Saúde. Fora isso, a mais nova contratação do Flamengo foi o Adriano – imperador reinou em 2002. Depois de voltar ao Brasil no mês passado, o jogador se declarou aposentado e feliz com o retorno ao país. Diferentemente do que muitos pensaram, essa aposentadoria não seria sinônimo de descanso. Adriano será o Ronaldo do Flamengo. Felizmente com menos destaque, caso contrário eu entraria em outra onda anti-futebol.
segunda-feira, abril 27, 2009
A derrapada de Falabella
“Eu dou tantas gargalhadas que o meu vizinho deve achar que eu sou louco.” confessou o meu pai outro dia.
Fiquei muito decepcionada, pois foi forçado e ficar falando nome de maionese não fará ninguém rir mesmo com Miguel Falabella, Arlete Salles e Adriana Esteves em cena.
WHYYYYYYYYY
Tudo com moderação
10 etapas para nunca mais fazer dieta
1. Comer devagar. Comer muito rápido faz comer mais.
O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar
um sinal para o cérebro. Comendo devagar, o cérebro
tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo
está satisfeito.
2. Garfadas menores. O paladar está na superfície da
língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente
o gosto.
3. Concentre-se na comida. Comer em frente à TV ou no
carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção
faz com que se coma demais.
4. Apóie o garfo no prato. Se ainda tem comida na sua boca,
coloque o garfo no prato. Não o encha novamente até que
tenha engolido.
5. Sirva a comida em pratos pequenos. Isso resolve dois problemas
de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.
6. Comida sem gordura engorda. Comidas sem gordura não
satisfazem e contêm mais açúcares.
7. Se não for comida, não coma. Nosso corpo sabe o que é comida de
verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como coca-cola causam
problemas de saúde e de sobrepeso.
8. Coma em etapas. Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar
tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.
9. Gordura é necessária na dieta. Seu corpo e cérebro necessitam de
gordura para serem saudáveis. Você come uma quantidade normal de
gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite,
ovos, castanhas e queijos.
10. Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade.
Fonte: e-mail dieta dos franceses
quarta-feira, abril 08, 2009
The best guide 2008
Hey ladies and gentlemen,
As native and resident of the city Rio de Janeiro, I am supposed to know a lot of touristic spots here. This knowledge makes me able to take you on a tour. Rio de Janeiro is known as a city which has a lot of landscapes. So first of all, let’s go straight to the Christos Redentor and Sugar Loaf. The ticket paid is pretty cheap comparing with the huge and awesome view! After taking pictures, we go back to the bus and go to the most famous stadium in Rio called Maracanã. Soccer is a traditional sport in Brazil, besides it was created in China. At this stadium is also a museum with interesting stuff of the Brazilian soccer history. After that visit, we go back to the south zone of Rio de Janeiro. There, we can dive on the ocean to refresh. I recommend the beach of Ipanema, but not on the weekend. At summer weekends, the beach is always full of people and hot chicks. Some days, there is dolphins swimming on the back, such a beautiful moment to register and also the rescue or muscular men saving lifes. With heart beating fast, we go to São Conrado where you can jump of hang-glider. If you prefer, you can climb a closed mountain called Gávea Rock and have the pleasure to be near the nature. Being a huge lover of the nature is better take the bus to Botanic Garden or Tijuca Forest. This Forest is the third biggest of the world and it was replanted on the second reign. Botanic Garden was also planted on the second reign, most of the several trees still alive. I eat only organic food. On Sunday, we are going to the organic fair in Glória, north zone of Rio de Janeiro. Unfortunately, we aren’t at carnival season. If we were, you wouldn’t go back to your hometown without watching that amazing parade. We saw a lot of Rio de Janeiro and now it is time to eat something and relax the stay at your resort. My favorite restaurant is Gula-Gula, which you can taste the flavor of the Brazilian traditional food. Now that we are at a shopping center, we can also buy some gifts, taking advantage of the low price of the Brazilian currency. Back to the resort, we have the comfort which is seeing in the check out. I hope you had enjoyed the stay and follow my guide next time again.
Thank you for the visit and see you next time,
quarta-feira, abril 01, 2009
Proporcional ou NÃO?
O grande avanço na industrialização ocorre desde os tempos que a Inglaterra tinha a hegemonia, passamos por cima dos valores e causamos desmatamentos, efeito estufa e poluições. Eis que surge a prevenção para danos maiores: o desenvolvimento sustentável. Uma alternativa que concilia o desenvolvimento com a conservação ambiental, através de medidas toleráveis e acessíveis principalmente às empresas – maiores responsáveis pelo caos ambiental.
Um dos principais papéis desempenhados pelas ONGs, como a WWF e o Greenpeace, é levar informações às empresas e ao povo, trabalho de tamanha importância a fim de formar a responsabilidade social. Mesmo com estatísticas apontando que hoje restam somente 22% da cobertura florestal original, muitos não se mobilizam. Felizmente o índice de rejeição tem reduzido, e conseqüentemente o número de pessoas que aderiram ao grupo do desenvolvimento equilibrado é crescente.
--
Comentário da professora: "Bom texto, só que você não pode ultrapassar o número de linhas."
sexta-feira, março 27, 2009
"I wanted a change, and I'm not scared of change at all." -Fergie
segunda-feira, março 16, 2009
Após o regime...
agora o povo está contente,
já temos em quem votar,
é o 26, é o 26, com Silvio Santos chegou a nossa vez,
é o 26, é o 26, com Silvio Santos chegou a nossa vez,
Silvio Santos já chegou e é o que o *,
Silvio Santos já chegou e é o que o *
e o Brasil ganhou."
Jingle da campanha eleitoral do SS de 1989
* não consegui identificar
Começando no ZERO
Rumo ao primeiro mundo
Por *nome removido*
A taxa de mortalidade infantil é um dos fatores mais importantes para a avaliação da situação do país. Tal taxa consiste em indicar, através de números estáticos, o porcentual de óbitos de crianças durante o seu primeiro ano de vida. Os países desenvolvidos -onde grande parte tem uma estrutura de governo organizada- não terão problemas ao lidar com a taxa, pois seus números estão próximos ao zero. Diferentemente dos países em desenvolvimento, onde há carência de investimento -principalmente em saúde- por parte do poder público. Apesar das atuais condições, a taxa de mortalidade infantil reduziu bastante em todos os países durante os últimos anos devido, principalmente à infra-estrutura e à atenção básica às gestantes e às crianças.
Em países desenvolvidos, como a Suécia, a taxa de mortalidade é de três mortes em 1.000 nascimentos, segundo uma pesquisa realizada pela CIA World Factbook em 2008. Já em países em desenvolvimento, como a Angola, a taxa é de 182 mortes em 1.000 nascimentos, segundo o mesmo estudo.
Ao analisarmos os gráficos da taxa de mortalidade infantil do IBGE de 2006 é notável a diferença no estilo de vida entre os estados do Brasil e o destino da parte majoritária do investimento público. As metrópoles, Rio de Janeiro e São Paulo, são as responsáveis pelos melhores números brasileiros, 13 e 10 mortes em 1.000 nascimentos respectivamente. Enquanto, a média das taxas de mortalidade dos estados nordestinos atinge 30 mortes em 1.000 nascimentos, de acordo com o mesmo instituto.
A melhora da taxa de mortalidade infantil é essencial àqueles que querem alcançar o patamar superior, mais conhecido como países desenvolvidos. Isso depende não só do governo, mas como dos habitantes, que deve usar sua força de união e fome de justiça como manifesto. De forma que o dinheiro retirado da população através dos impostos, retorne integralmente, só que na forma de escolas, médicos, obras e etc. A questão da honestidade dos políticos não é comprida nos países em desenvolvimento como o Brasil e muito pior do que isso, o povo está se acostumando a deixar-los impune. Caso não haja nenhuma mobilização contra tais escândalos, não haverá mudança alguma, por isso é fundamental que nós participemos deste processo.
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Eu mal entreguei a redação e a professora já veio com duas facas na mão. -Segundo a ortografia nova, infra-estrutura é sem hífen! Resmunga a professora. Eu não vou discutir, porém podemos escrever das duas formas até 2012.
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Após a correção, a professora faz um discurso dizendo que alunos copiaram textos da internet. Eu fiquei preocupada dela ter acessado este blog, mas não acredito que ela tenha se referido a mim. No final, eu recebi alguns críticas que irei aprestar atenção, por exemplo não deixar a introdução ou a conclusão serem maior do que o desenvolvimento.
segunda-feira, março 09, 2009
Pequena reflexão sobre o trecho
Trecho de Os Axiomas de Zurique
domingo, março 08, 2009
sábado, março 07, 2009
Nada impermeável
"Você não me deixa dormir, eu trabalhei o dia inteiro!"Isso me deixava cada vez mais para baixo, além de ter alagado: o meu quarto, meu banheiro, quarto da minha irmã - que dormia-, banheiro dela, quarto de hóspede e a suíte da minha mãe, eu ainda tinha que ouvir sermão de empregada. Aos poucos, a água foi diminuindo e, mesmo tendo avisado o porteiro, não tínhamos nenhum sinal do síndico ou do vizinho. Minha irmã que foi acordada no momento da descoberta da água continuava deitada em sua cama com a desculpa do braço quebrado. Ligações com a mamãe, críticas da Lina, roncos da Cris e o interfone toca. Lina alcança o interfone antes e atende, é o síndico e está subindo. Felizmente, a água já se foi e detalhes adicionais sobre a visita, eu prefiro não contar. Mamãe chega em casa, tudo normal. Sorte a dela que não ganha calos com esses acidentes, fora isso não tem noção do quanto eu me senti mal. Para piorar tudo, qualquer coisa agora virou motivo de lembrar o alagamento.
terça-feira, março 03, 2009
Chefão muda grade novamente
São notáveis as semelhanças da nova-iorquina Stacy London e da paulista Isabella Fiorentino como: a personalidade forte, o tom escuro no cabelo e o marcante nariz. O companheiro de palco, Arlindo Grund, me parece mais extrovertido do que a outra versão, mas isso não deverá afetar o destaque da modelo. Faltou criatividade no programa fashionista por parte do SBT, porém posso estar enganada. Pelo o que eu assisti no SBT Brasil (28) e hoje, (03) no Olha Você, o programa “Esquadrão da Moda” seguirá o formato norte-americano desde a organização do cenário ao logotipo do seriado, que chega a ser puro exagero. Voltando ao “10 anos mais jovem”, basta lembrar que este já teve seu espaço no programa da Eliana nas tardes de Domingo e não foi lá grande coisa.
domingo, março 01, 2009
Meus olhos alcançam...003

Segue abaixo o texto que a Regina Volpato, jornalista e apresentadora do Casos de Família do SBT por 5 anos, tinha me prometido.
Despeço-me desta fase
Com a maturidade foi ficando mais fácil identificar as fases da minha vida. Os ciclos se sucedem, assim com o as estações do ano. Ao fazer tal constatação, que hoje me parece tão óbvia - embora nem sempre tenha sido assim -, dediquei-me a desenvolver uma capacidade de adaptação que agora me permite conviver quase que pacificamente com estes movimentos.
Digo isso porque neste momento comemoro o final de mais um ciclo. Ainda não sei qual será o próximo. E aprendi, também, a conviver sem muita angústia com esta etapa: a da incerteza. Quando ainda não sabemos o rumo que a vida vai seguir. Ou que rumo daremos a ela. Este compasso de espera. Este tempo que antecede cada passo, como um intervalo entre a inspiração e a expiração. Tempo de observar. Sentir. Principalmente sentir. Decidir sem pressa. Respirar. Um passo por vez. Deixando todas as sensações se manifestarem como quando andamos num terreno meio nebuloso e desconhecido. Despedida e comemoração. Comemoração. Cinco anos. Cinco anos que estive como apresentadora do Casos de Família.
Olho para trás com muito orgulho, porque reconheço uma bonita trajetória. Muitas vezes as pessoas que se apropriam do que é seu são vistas com maus olhos. Tenho o hábito de não omitir créditos a quem os têm de direito. Em contrapartida, não tenho mais pudor em me apropriar do que é meu. Por isso vejo, sem falsa modéstia, e reconheço os méritos do meu trabalho. Consegui transformar um tipo de programa desacreditado e desprestigiado em algo inovador. E de valor. Tanto que hoje é referência.
Quando comecei a trabalhar no Casos, não imaginava onde chegaria. Assim como hoje, não tinha planos. Também não sabia que eu tinha tanto jogo de cintura. O que havia, de minha parte, era algo que sempre pautou a minha vida. Coragem. Muita coragem. E uma imensa vontade de continuar fazendo algo digno diante do Universo, diante desse mistério chamado vida.
Foi, sim, um tremendo desafio.
Tive, sim, muito medo. Mas não o suficiente para desistir.
Nestes anos as dificuldades foram gigantescas. Mais uma vez, não entrarei em detalhes para não correr o risco de falar mais que devo, nem perder a elegância.
Dedicação, seriedade, rigor ético. Todas as minhas convicções postas à prova. A vontade de me superar sempre me acompanhou, em todos os momentos, não me deixando fraquejar. Infinitas noites sem dormir. Intensas e terríveis dores musculares. Tristeza. Muita tristeza.
Enfim, foram cinco anos apresentado um programa diário. Cinco anos praticamente sem férias, nem reprise. O Casos de Família ficou apenas um mês fora do ar, em férias. Em janeiro de 2005. Nos demais meses, de segunda à sexta, feriado, dia santo e etc, todas as tardes, era só ligar a televisão para me ver lá. Trabalhando. Trabalhando com muito carinho, com muito amor. Mais de 1200 programas. Um cenário, que sofreu apenas uma pequena reforma ao longo desse tempo todo.
Sou muito grata à vida pelas oportunidades e pelas experiências maravilhosas que vivi neste período. Por tudo que aprendi. Inclusive sobre mim mesma. Mas decidi parar. Deixar o programa. Preciso descansar um pouco. Estudar e ler muito. Ter idéias.
Seria muito mais fácil desfrutar das conquistas e do prestígio. Continuar fazendo a mesma coisa, me acomodar e não admitir que preciso me reciclar. Seria muito mais fácil me entregar à crença de que “sou perfeita, meu público me ama e está tudo garantido”. As pessoas gostam de mim enquanto faço algo digno de admiração. Amo meus fãs e sou amada por eles porque nos admiramos mutuamente, como em toda relação sadia.
Não sou adepta das coisas mais fáceis. Nunca fui. Some-se a isso, o prazer que dá poder sentir, uma vez mais, o sabor de não ter medo da vida. Fazer parte dela, apenas. Com liberdade. Responsabilidade, audácia. E coragem. Aceitando o caminho. Lançando-me à aventura que é viver.
Agradeço a generosidade das pessoas que entrevistei e da platéia. Agradeço às pessoas que trabalharam comigo; tenho admiração por muitas delas. O carinho dos que me acompanham. O público que me acolheu desde o começo. Agradeço aos que não foram levianos, e evitaram criticar antes de conhecer o meu trabalho e avaliar meu desempenho. Agradeço também aos meus colegas da imprensa que me dispensaram um tratamento respeitoso. O saldo é positivo. Tranquila, e feliz pela sensação do dever cumprido, despeço-me desta fase.
Pretendo continuar mais presente do que nunca aqui no blog. Não tenho planos. Corpo forte. Mente serena. Emoções equilibradas. Seguir em frente. Sempre seguir em frente. Porque, afinal, a vida insiste em pulsar mais forte.
Regina Volpato
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Meus olhos alcançam...
"Luma, você já foi casada com um milionário, namorou um bombeiro e um policial. Quando é que você vai começar a se envolver com velhos jornalistas escroques e achacadores que atualmente vivem o auge de sua impotência, como eu? Quer dizer, como você!"
Para não ficar incompleto...






